[Livro] Hannibal - A Origem do Mal - Thomas Herris (Especial Hannibal 8/9)


E chegamos à última resenha dessa série tão incrível. Mergulhei tão fundo no mundo de Hannibal que acabei sofrendo a maior ressaca literária da minha vida. 

Mas é isso que o Hannibal faz, não é? Ele, literalmente, come o cérebro das pessoas.

Sinopse: Hannibal Lecter é um menino como muitos: inteligente, gentil e extremamente carinhoso com a irmã, a pequena Mischa. Mas os horrores da Segunda Guerra Mundial farão deste inocente menino um dos personagens mais assustadores de toda a literatura. Vagando pela neve, Hannibal, de 8 anos, emerge de seu pesadelo. É mais um cambaleante sobrevivente de guerra. Está mudo e tem uma corrente em volta do pescoço. Em sua mente, a dolorosa imagem da morte dos pais, torturantes cenas de violência e apenas uma mera lembrança sobre o que pode ter acontecido a irmã. Por companhia, somente seus demônios. Levado de volta a sua casa na Lituânia, transformada agora em orfanato, sua tortura continua – física, nas mãos de revoltados meninos mais velhos e dos inescrupulosos administradores da instituição; e psicológica, vendo nas ruínas do castelo Lecter os restos de uma infância destruída – até o momento em que finalmente é encontrado pelo tio, um pintor renomado que o leva para a França, onde passará a conviver também com Lady Murasaki, sua bela e misteriosa esposa aristocrata. Com a ajuda desta nova família, Hannibal tentará reconstruir sua vida. Aos poucos, recobra a fala e refaz expectativas. Aluno brilhante, torna-se o mais jovem calouro de uma turma de medicina. Mas os demônios de Hannibal ainda o visitam e atormentam. E quanto tem idade suficiente, ele passa a retribuir as visitas. E descobre que sua ira unida a seus dons acadêmicos é a fórmula perfeita para um prodígio da morte.

Classificação:
Editora Record

Então você caminha entre as primeiras três obras dessa quadrilogia, observando um Hannibal frio e capaz de tudo para saciar sua "fome" de adrenalina e acaba diante desse final tão perfeito. (Ou início)

"A Origem do Mal" veio com uma, magnífica, explicação para o comportamento do aclamado Dr. Lecter e nos colocou em uma posição interessante.


Veja bem, ninguém aqui está defendendo um psicopata e seu comportamento, mas experimentamos a empatia por esse homem durante as três primeiras obras e agora, simplesmente deixamos a culpa de lado ao sentir essa cumplicidade. Como se finalmente nos rendêssemos aos seus motivos, que aqui podemos ver que foram bem fortes.

Eu não vou mentir, apesar de saber que Hannibal é um vilão (dos que não devemos querer por perto), torci por ele o tempo todo, porque apesar de sua maldade, foi mostrado a mim que existem maldades piores e mais... rudes.


A elegância de Hannibal vem de berço. Herdeiro de uma família muito rica e residente na Lituânia, quando criança, sofre as revoltantes investidas do exército alemão e vê sua família inteira dizimada por essa guerra.

Quase quatro anos depois de fugir com sua família para os bosques de sua propriedade, agora traumatizado por tantas perdas, é resgatado e levado para um orfanato que - pasmem - é seu antigo lar: Um castelo cheio de memórias felizes.


Hannibal começa, então a sofrer nas mãos dos outros garotos por ser mudo (o trauma o tornou mudo). Os funcionários do orfanato também não o respeitam e ninguém parece entender a dor que ele sente por voltar a viver ali, daquela forma tão ofensiva.

Ah, mas se tem uma coisa que esse livro nos dá, e dá com classe, é a tão aguardada VINGANÇA. Aqui ela vem adornada com requintes de crueldade e quer saber, eu achei é pouco.


"O rosto de Grutas estava coberto de sangue e penas. Ele voltou o rosto sangrento para as crianças e disse: — Ou comemos ou morremos. Esta foi a última lembrança consciente que Hannibal Lecter teve do pavilhão de caça".

O que Hannibal presencia em sua infância é tão doloroso que sua mente se fecha, até mesmo para ele. Suas lembranças são bloqueadas e a única coisa que ainda permanece é a certeza de que mataram sua irmã, Micha, mas não faz ideia de como isso foi feito e nem por quem. O trauma o faz ficar mudo e altera, completamente, sua visão do mundo.


"— O garotinho Hannibal morreu em 1945 lá na neve, tentando salvar sua irmã. Seu coração morreu com Mischa. O que ele é agora? Ainda não existe uma palavra para isto. Por falta de uma palavra melhor, o chamaremos de monstro".

Nesse volume, também acompanhamos o início da construção do tão falado "Palácio de Memórias" do Hannibal. Um lugar onde ele pode ir quando quer descansar ou se lembrar de algo. O lugar mais visitado por ele durante os anos todos de confinamento em sua cela. Mas como e quando ele começou essa construção é que faz a coisa toda ficar belíssima.

Seu pai foi o primeiro a perceber sua genialidade. Professores normais não supriam a necessidade de aprendizado do pequeno Hannibal, então um orientador melhor foi trazido para ensiná-lo e esse sim, conseguiu "ver" o tamanho da sua inteligência e ensinou táticas importantíssimas para Hannibal, uma delas, foi essa:

"— Você gostaria de se lembrar de tudo? — disse o Sr. Jakov. — Sim. — Lembrar nem sempre é uma bênção. — Eu gostaria de me lembrar de tudo. — Então você precisará de um palácio mental, para estocar as coisas nele. Um palácio na sua mente. — Tem de ser um palácio? — Vai crescer e ser enorme como um palácio — disse o Sr. Jakov".

E sabemos o quanto esse castelo cresceu mesmo. É tão grande que muitas vezes serve de arquivo para ele, sendo possível até mesmo fazer pesquisas em determinados cantos, escondidos em sua mente.

Esse é o último livro da série, que na verdade deveria ser o primeiro.

Se o escritor quisesse dar algo mais do Lecter para nós, seria um livro logo após esse é antes de "Dragão Vermelho", contando a história de como Hannibal conheceu Will Grahan. 

Essa lacuna é preenchida apenas pela série que trouxe, exatamente, esse período. Talvez seja por isso que ela sempre será a minha preferida das duas adaptações. (E eu sei que vocês já estão cansados de ler isso!).


Esse livro é o mais cansativo da série, mas não cai em qualidade momento algum. Mesmo chegando a essa conclusão ouso dizer que é o mais profundo dos livros. É o volume em que mais tivemos HANNIBAL e que mais espiamos dentro de sua mente complexa.

Então depois de anos vivendo no castelo que um dia foi de sua família, Hannibal é encontrado por um tio (irmão do pai) e levado para viver na França. Lá ele conhece a esposa desse tio e ela é sua primeira "obsessão".


Lady Murasaki é bela e enigmática. Hannibal fica encantado por ela e esse sentimento o fará cometer seu primeiro assassinato. Ato que nos coloca novamente naquela posição de apoiar Hannibal. Ele apenas fez o que TODOS nós gostaríamos de ter feito! 

É a primeira vez que ele entra em contato com a lei também. O inspetor Popil logo percebe que há algo errado com Hannibal e passa a persegui-lo.

"— Como se sente ao vê-lo morto? — perguntou o investigador.Hannibal olhou debaixo da toalha que cobria o pescoço. — Indiferente — disse".

Novamente temos vilões, além do próprio Hannibal, mas aqui eles interferem diretamente com a vida desse rapaz e o transformam completamente. Bem, eles pagam um preço bem alto pela ousadia de atravessar o caminho do pequeno Lecter.


Por fim, esse é um livro que vale a pena ser lido para colher explicações e para viver as vinganças tão merecidas que alteraram o tipo de ser que Hannibal se tornou.

Ou será que ele viria a ser esse monstro de qualquer forma? O que vocês acham?


O livro, o filme ou a série? (Especial Hannibal 7/9)

Vamos deixar claro, cada obra tem seu valor, cada uma delas foi feita para um público diferente e o mais importante, em épocas diferentes.


Livros: São a base de tudo. É onde pegamos a essência da história, imaginamos a coisa toda, criamos figuras em nossa mente e conhecemos tudo da forma mais crua possível, preto no branco. Arrisco dizer que é a mais genial delas, porque você é responsável por criar aquele mundo todo na cabeça.


Filmes: A adaptação mais fiel dos livros. Segue as ordens cronológicas e coloca personagens como eles são descritos, perfeitamente, na tela. É uma reprodução, algumas vezes bem rasa, do que foi criado por Thomas Harris, mas em outras vezes é como se realizasse nossos sonhos, colocando diante dos olhos algo que só podíamos imaginar. Veja bem, digo rasa, porque todo filme precisa acelerar algumas partes, mas não estou aqui criticando a qualidade da obra. Silêncio dos Inocentes deu ao Anthony Hopkins um Oscar de melhor ator e quem pode contestar isso?


Série: Feita para quem é apaixonado pelos livros. Traz profundidade para tudo, só que embaralha a sequência toda, além de trocar sexo e cor de diversos personagens. Mas é o único que CRIOU algo que os leitores não tinham: o antes.

O diferencial aqui é bem isso, ter o ANTES que nem mesmo Thomas Harris criou. A série começa com Will Graham conhecendo Hannibal e termina quando aparece o Dragão vermelho, exatamente o ponto de partida do escritor.

O detalhe é que durante esse caminho da série, foi introduzido, mesmo que com outros personagens, partes das histórias seguintes que não chegaram a ser contadas na série. Algumas frases que foram ditas à Clarice, por exemplo, são ditas para Will Graham e por aí vai. Quem é fã reconheceu todas elas, tenho certeza.

Todos os atores que fizeram Hannibal. Pela ordem:
Superior esquerda - ManHunter / Superior direita - Filmes
Inferior esquerda - A origem do Mal / Inferior direita - Série

Então você me pergunta: Qual você prefere? Eu já digo de cara: Prefiro a série porque li os livros. Em minha cabeça o Hannibal interpretado pelo *lindo* Mads Mikkelsen se parece mais com o que foi descrito nos livros. Ele parece mais sedutor e muito mais calmo do que o Hannibal interpretado por Anthony Hopkins (não se esqueçam, essa é MINHA opinião. Conheço pessoas que pensam diferente).


Quanto aos outros personagens a coisa varia muito. O Jack Crawford me agradou demais na série também, interpretado pelo Laurence Fishburn , trouxe esse jeito impiedoso do agente e ao mesmo tempo “cuidadoso”. Ele consegue "explorar" as pessoas de forma sutil e fazer com que o amem mesmo assim. 

Já os filmes possuem um Jack para cada e isso me desagradou imensamente, detesto quando mudam o ator no meio da história! Se eu precisasse escolher, seria o do Dragão Vermelho, interpretado pelo ator Harvey Keytel (Na imagem acima é o de baixo, na esquerda). Penso que ele é o mais inteligente e maduro. Mas repito, Laurence Fishburn é, de longe, o melhor.


Como eu falei sobre troca de gêneros e cor de personagens, ele é negro na série e enquanto eu lia, não conseguia tirá-lo da cabeça. Para mim, não havia uma escolha melhor o que fez com que os "Jacks" brancos não me agradassem (rs).


O mesmo acontece com a Clarice Starling que foi imortalizada pela Jodie Foster, mas substituída pela Julianne Moore no filme seguinte. Não que tenha ficado ruim, de forma alguma. Gostei das duas atuações, mas custava ficar na trama Judie? Era o Anthony Hopkins ali do seu lado, poxa! Mas ambas fizeram um trabalho incrível.


Agora um personagem genial: O Dr. Allan Bloon pouco aparece nos livros e nos filmes. É um psiquiatra que acompanha os casos do FBI. Essa foi a maior transformação que eu notei (e adorei). Allan vira Alana Bloon na série e tem um caso, tanto com Will Grahan, quanto com Hannibal! Amor incondicional por ela (rs). Seu papel se estende até o final, quando ela se envolve com outro personagem (sim, ela "pega" geral na série) e fecha sua historia maravilhosamente!

Na ordem: Will Grahan em ManHunter / Dragão Vermelho / Série

Só para fechar o arco de atores que, para mim fizeram a diferença, quero falar de Will Grahan. Bem, como de costume preferi o da série, interpretado pelo Hugh Dancy, mas Edward Norton no filme Dragão Vermelho arrasou também.

O que? O que eu digo sobre o Willian Perteson? (Will de ManHunter)Bem, por mim ele poderia ressuscitar o CSI LasVegas e ficar por lá mesmo!

Talvez esse tenha sido o único personagem que eu gostei demais nas duas versões (Notem que estou ignorando ManHunter ainda). O da série é mais jovem e mais sensível. Muito mais apegado ao Hannibal, mesmo porque eles colocam uma relação bem mais profunda entre eles. Já o do filme é mais justiceiro, parece mais esperto e preparado em relação ao Hannibal. Você vê claramente que ele não facilitaria para o doutor em momento algum, coisa que deixa dúvidas na série.


Mas o ponto que me faz escolher a série ao invés dos filmes é justamente o presente que ela nos dá:

O ANTES.


O que aconteceu antes do primeiro livro de Hannibal: Dragão Vermelho? O que houve antes do Acidente que desfigurou Will Graham e antes de Hannibal ir preso. O caso Jacob Hobs que é apenas citado no livro e é tão bem desenvolvido na série, dando um sentido em toda aquela química que existe entre o Agente Will e o psicopata Hannibal. Isso, nós não encontramos em lugar algum, nem nos livros e é por isso que eu prefiro a série.


Anthony Hopkins faz um Hannibal mais sádico. Ele demonstra o quanto está adorando o caos ao seu redor. Ele grita com Starling (coisa que ele jamais faz nos livros) enquanto na série, apesar de ter a cronologia mais "bagunçada" traz um Hannibal mais fiel aos livros. Mais centrado e muito mais cínico!

Bem, sejamos francos, o mundo não estava pronto para a série que trouxe romantismo para assassinatos e canibalismo. Trouxe arte para o mal e beleza para o que tem de mais podre no ser humano. Poucas pessoas conseguiram aproveitar a poesia de todas aquelas cenas grotescas regada a sangue e servidas em um banquete!


Os fãs de Hannibal escolherão a série, por gostarem de um personagem tão profundo. Os mais clássicos, ficarão com os filmes que seguem, à risca, os acontecimentos dos livros e eu...

Bem, eu gosto de todos, mas estou revendo a série pela terceira vez!

[Personagens] Os Vilões e Hannibal (Especial Hannibal 6/9)


Nessa altura do nosso Especial Hannibal, já deu para notar que em cada livro existe um vilão odioso, além do próprio Hannibal. Um personagem tão mal em sua essência e tão descontrolado que faz com que o Dr. Lecter passe para outro patamar. 


É como se ele estivesse acima de tudo isso. Acima do mal, como se fosse um professor nessa matéria ou o próprio produtor da maldade. Alguém para inspirar e, de fato, ele o faz.

Temos o primeiro Psicopata da série, Francis Dolarhyde - O Grande Dragão Vermelho, que venerava Hannibal e mesmo se sentido traído por ele, em determinado momento de sua história, não denegriu sua imagem uma vez sequer. 

Dragão do Filme

Francis burla leis e se arrisca apenas para escrever uma carta à Lecter. Mantém correspondência com ele, de forma inteligentíssima, praticamente se expondo, apenas pelo prazer de ver Hannibal o entendendo. 

Dragão da série

E nesse momento sentimos alguma empatia por Lecter, até mesmo quando toma a atitude de alertar Francis de sua exposição. Quem não faria isso, afinal, Lecter é inteligente e maligno, mas sofre de algo que muitas pessoas normais sofrem também: é vaidoso e adora ser venerado.


Daí, partimos para o segundo volume da série que nos trás Jame Gumb, o terrível Bufallo Bill que tirava a pele de garotas grandes para fazer um traje para si próprio. 

No decorrer da história, vamos percebendo que Hannibal não está "descobrindo" a maior parte das dicas que dá à Clarice, mesmo porque ele desvenda, desde o início, quem é o tal Gumb e passa o resto das páginas se divertindo.


Esse é mais um de seus adoradores, mais um psicopata que ganhou forças ao lado de Lector e seguiu sua transformação de forma distorcida. 

Esses dois podem até mesmo dizer que Lecter os ajudou nesse legado. A meu ver, ele teve sim, uma parcela de culpa me tudo isso. O que é interessantíssimo de se analisar, já que ele está preso há 8 anos e sem contato algum com o mundo exterior. Bem, o volume de cartas que ele recebe incomoda o presídio todo!

Mas é no volume 3 da série, que conhecemos o mais sádico dos vilões. O único que tinha tudo para ser a vítima, mas se tornou o maior de todos os problemas de Hannibal:


O milionário Mason Verger é psicótico. Foi a quarta vítima de Hannibal e o ÚNICO que sobreviveu à um ataque. Bem, sobreviveu com alguns efeitos colaterais. Ele foi drogado por Lecter e obrigado a alimentar seus cachorros com pedaços de seu próprio rosto. Ele próprio admitiu que naquela hora até pareceu uma ideia interessante. Isso é típico de Hannibal, comer seu cérebro (literalmente ou não, rs).


Mason respira com ajuda de aparelhos, mal consegue falar, pois não tem lábios, perdeu um dos olhos e o outro está sem pálpebras e ainda ficou paraplégico. Quer mais? Ele tem uma irmã que o detesta profundamente, mas por ser o dono de toda fortuna, consegue a manter ao seu lado.

Ambos eram pacientes de Lecter quando Mason foi atacado e Margot (sua irmã) conseguiu a admiração do médico por conta de seu desprezo pelo irmão.

Eu não sei por que raios, a Margot não apareceu no filme, mas na série ela é muito bem desenvolvida. Assim como os porcos.

Meu Deus, os porcos. 


Quando eu falo que Mason Verger é o pior vilão, eu não estou brincando. Ele tem um plano para acabar com Hannibal que torna ele pior do que qualquer outro psicopata.


Ele quer sequestrar Hannibal, então na primeira noite deixará que seus porcos - psicologicamente modificados - comam seus pés. Com cuidados médicos requintados, conservará Hannibal vivo durante o dia seguinte inteiro e na próxima noite deixará que os porcos comam o resto, desde que comecem pelo seu rosto!

E você aí com medo do Dragão! Rá!

Esse post foi só para deixar claro que Hannibal Lecter é sim, pura maldade, talvez a essência mais requintada dela, mas ainda existe coisa pior no mundo. 

Em minha opinião, a organização e requinte faz toda diferença aqui nessa obra, porque quando a loucura vem desordenada, como acontece com estes outros psicopatas, assusta muito mais.

Hannibal, inocentemente, ensanguentado! (rs)

Eu não sei você, mas quando Lecter disse à Clarice que não a procuraria, eu confiei nele. Jamais confiaria no Mason Verger, mas no Hannibal sim... (rs, penso que posso estar sendo ingênua com esse pensamento). 

E para você? Qual dos vilões (além do Hannibal) é o pior? Qual te dá mais medo?


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