Uma
semana de folga do curso. Depois de 7 dias somente, minhas aulas voltariam ao
normal então aproveitei que estou em casa toda noite e peguei um livro para
ler, dos que a gente guarda com carinho pra ler quando tiver tempo - ou seja,
depois que aposentar - Acho que se eu ler em um ritmo bom termino ele
rapidinho.
Sentei na
sala e comecei a leitura. Logo nas primeiras páginas que li rapidamente já
acontece um assassinato estupendo que irá desenhar a história do romance. Eu
toda empolgada e concentrada para gravar os detalhes da cena minimamente
detalhada, toda envolvida... Escuto:
- Esse
Datena é mesmo sensacionalista né?! - minha mãe reclamando - Ele precisa fazer
isso tudo em uma notícia?
- Tem
mais 280 canais ai na TV, muda e pronto mãe... - Respondi tentando voltar para
a cena do crime.
Mais
alguns parágrafos adiante, o detetive começa a me fornecer alguns dados
importantes e eu já quase soluciono o caso para ele desse lado da realidade
quando o telefone toca.
Era minha
vó, pedindo para levar o aparelho de pressão para ela porque achava que estava
um pouco alta demais. ¬¬
Eu havia esquecido como era difícil ler um livro em casa!
Peguei o
marcador que havia separado o melhor que eu tenho porque o livro merecia
atenção e cuidado de um bom marcador, coloquei entre suas páginas com dor na
alma já. Peguei o aparelho e fui levar para minha vó que mora em frente a minha
casa. Aparelho em uma mão e um assassinato quase resolvido na outra.
Medi a
pressão da vó, do vô e já perguntei se tinha mais alguém na casa. Com uma
resposta de que não, avisei que me sentaria no fundo da casa para ler meu
livro. Peguei a cadeira do vô, a mais confortável. Abri as páginas daquele
livro e continuei a leitura.
O detetive bailava entre provas e fotografias da
cena, eu desse lado o ajudando a resolver tudo mais rápido, lendo cada linha
com uma fome de chegar ao fim, me apaixonei por ele. Mr. Cross realmente é o
homem perfeito para mim, e nesse corre corre da delegacia até próxima cena de
crime fui trazida de volta a casa dos meu avós pelo meu celular tocando...
- Onde
você tá? - Meu pai ligando
- Estou
na delegacia na casa da vó, por quê?
- Tudo
bem ai? Ela tá bem?
- Tudo,
ela não tem nada, só sentei aqui pra ler, já to indo pra casa.
Já que me
tiraram dos braços do meu detetive resolvi voltar pra casa.
Fui
direto para o quintal e sentei-me com o livro na varanda, no silêncio de novo e
voltei para resolver aquele caso com Mr. Cross.
Sim,
fomos enganados, todas as evidencias nos levaram a lugar algum, se eu não
estivesse distraída com coisas familiares eu já teria resolvido esse caso.
Engoli as
páginas seguintes... Leitura pesada, cheia de informações e logo percebi que o Senhor
Pestana estava me jogando aquele maldito pozinho do sono.
Não, Mr.
Cross nunca me perdoará se eu for dormir agora, preciso ajuda-lo a resolver
esse caso logo, a lei não pode dormir. Eu praticamente desmaiei e acordei hoje
cedo. (vou tentar terminar para não coloca-lo de volta na estante de livros
para depois de aposentar).
Aí vem
alguém e me diz: Não entendo porque você acorda mais cedo só pra ler livros! Se
as pessoas soubesse o bem que faz se envolver em uma leitura verdadeiramente...
(suspiros).
Esse
livro realmente existe e Cross é o nome do detetive, não contei nenhum spoiler
fiquem tranquilos e quem quiser saber que livro é esse que estou falando é só
olhar ali do lado, na minha estante de livros que estou lendo.
O nome dele é: O
DIA DA CAÇA. Depois faço resenha!
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