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Top 5 – Escritores de terror


TOP 5 - ESCRITORES DE TERROR

Hoje quero enumerar aqui os 5 escritores mais importantes (em minha opinião) para o gênero de terro que você não pode morrer sem conhecer ao menos uma obra.

Classificar os melhores é bem complicado, porque nem sempre agrada a todos, mas acredito que ao menos 3 nomes dessa lista que criei são unanimidade entre os fãs. Ah, também quero ressaltar que a ordem que eu vou colocar aqui não significa, necessariamente, a ordem de qualidade. Já foi difícil escolher 5 deles, delimitar uma ordem é quase impossível.

1 – Stephen King


Impossível falar de terror sem citar o nome mais conhecido no meio literário e cinematográfico. King parece ter seduzido tanto leitores quando produtores de filmes, porque suas obras são campeãs de adaptações e até quando ficam ruins... Ficam ótimas!

Mr. King tem a capacidade de nos transportar para dentro de seus horripilantes romances e nos prender por noites e noites de pesadelos. É imprescindível conhecer pelo menos 3 de suas mais de 60 obras antes de morrer. Quase obrigatório para fãs de terror.

2 – Edgar Alan Poe


Como não colocar o mestre do suspense sombrio aqui nesta lista. Poe consegue nos encantar e aterrorizar ao mesmo tempo. Seus contos serviram de base para diversas histórias, músicas, filmes e outros contos. 

Vários escritores fantásticos são crias de Poe e até mesmo uma série foi criada embasada em seus poemas.
Poe consegue ser moderno até hoje e sua forma de escrita deu origem às histórias góticas que tanto nos atrai hoje. Leitura obrigatória também.

3 – Bram Stocker


Será que preciso dizer alguma coisa? Bram Stocker nos apresentou a criatura mais terrível de toda a literatura fantástica que perpetua até hoje como um dos seres mais temidos de todos: O Conde Drácula.

A genialidade de Stocker ao criar uma criatura que se alimenta do sangue dos humanos foi tão admirada que até hoje nascem escritores seguindo seus passos. Mas enganam-se quem pensa que ele estaria feliz ao ver a modinha de vampiros bons que existem atualmente, o monstro de Bram Stocker é impiedoso, maligno e sem um pingo de sentimento.

4 – Anne Rice


Em minha opinião, Anne Rice foi a primeira a expor as criaturas mais diabólicas de Bran Stocker de uma forma diferente. Ela criou vampiros como Lastat que traziam em seu coração um completo vazio de sentimentos. Vampiros sanguinários e aproveitadores.

Mas também criou Louis, um vampiro mais racional e sentimental. Que buscava algo mais do que apenas sangue e aniquilação ao seu redor. A partir daí os escritores sentiram-se livres para criar diversos tipos de criaturas, cada um com sua particularidade. Mesmo assim, é uma das melhores escritoras desse gênero que não se limita apenas aos sugadores de sangue, mas também aos Lobos e bruxas.

5 – André Vianco


Sim. Eu não poderia terminar minha lista sem colocar ao menos um brasileiro nele. Vianco segue os passos de Bram Stocker e criou vampiros malignos em sua primeira série chamada de OS SETE.  André Vianco é um escritor brilhante que busca nos clássicos, inspiração para sua escrita moderna.

Acredito que no Brasil, nenhum outro escritor o supera no suspense e uma vez que conhecemos suas criaturas, fica difícil largar a leitura. Vianco também escreve sobre demônios e anjos, mas sem seguir modinhas, o que é ótimo, pois nenhum de seus livros se perde em romances açucarados. Esse cara tem o terror correndo nas veias e é por isso que ele fecha o meu Top 5. 

Top 5 - Coisas que me fazem falta

Esses dias eu vi em um dos milhões de blogs que visito uma TAG bem interessante e resolvi desenvolver aqui também, mais como uma forma de diversificar nossos encontros. Lá se chamava: OS 5+...

Aqui será: 



E hoje o tema é: TOP 5 – COISAS QUE ME FAZEM FALTA


Claro que existem outras, mas essas 5 coisas fizeram parte de minha infância e moldaram o que sou e o que eu amo hoje. Os livros? Sim, estiveram presentes, mas alguns anos depois e aqui os filmes de terror merecem mais destaques, então vamos lá...

1. Fita K7 




Meu primeiro contato com o Rock in Roll foi através de uma fita K7. Na época (1990 e alguma coisa) podíamos gravar musicas do rádio nessas fitas e eu queria fazer uma seleção personalizada. (Sim eu ainda escutava rádio). 

Daí meu pai me deu algumas fitas que ele não queria mais para que eu pudesse gravar em cima (olha que coisa linda, gente...), mas a curiosa aqui quis ouvir antes. Coloquei a primeira fita no meu rádio (que era vermelho) e nossa...

AXL ROSE vocalista do Guns N' Roses começou uma melodia deliciosa com um longo assobio e ali eu passei a conhecer a musica PATIENCE. Ali também esqueci toda e qualquer outra musica que eu queria gravar,  minha vida se resumia em Guns N' Roses. Acho que até hoje essa musica me arrepia. 

2. Escola 



Eu devo ser uma das únicas pessoas no mundo que sente falta da escola, mas para mim foram anos deliciosos. Eu tinha uma tonelada de amigos, era feliz e não tinha problemas. Queria demais viver um daqueles dias novamente. Ah que delicia seria!!! 


3. Cine trash 





Zé do Caixão foi um dos responsáveis pelo desabrochar da minha paixão pelo terror. Minhas tardes regadas a Coca-Cola e Cine Trash ficarão para sempre em minha memória.


Todo dia, eu e mais 3 amigas, nos reuníamos em casa, colocávamos um cobertor na janela (para ficar escuro), jogávamos o colchão dos quartos no chão da sala e morríamos de medo vendo aqueles filmes toscos (hahaha). 

Ah, e o mais legal era que meus pais não sabiam dessa festa diária e isso dava um toque de adrenalina a mais,  era delicioso! 

4. CaderNET 





O que? Você nunca teve um Cadernet? Então seguramente você perdeu essa chance em sua vida (hahaha). 
Na epoca da escola, ter internet era mais que luxo e quem tinha, precisava usar de forma regulada (era discada! Nossa). Portanto não existia watssapp e muito menos twitter, MAS nós já havíamos criado uma rede social na sala de aula e essa rede chamava-se CaderNET. (#mesentindorgulhosa)

Nele usávamos NICKnames e #hashitags sem saber que isso um dia se tornaria mania mundial! Fazíamos tudo isso em um caderno e cada dia uma pessoa ficava responsável por levar ele pra casa. Não tinha dono, o CaderNET era de todos. Todos que fossem convidados por nós, é claro! 

Eu daria um dente da frente para ter um desses ainda...

5. Nitendinho 





Eu ganhei um videogame quando tinha uns 8 anos. Eu queria demais um videogame, sonhava com um e então meus pais realizaram isso, o problema é que eu não sabia instalar droga nenhuma que fosse eletrônica ainda, então o videogame ficou parado por uns dias na estante da sala.


Era pura tortura. Não tinha quem chamar para instalar aquilo, não era tão simples como hoje, lembro que precisei de adaptadores e tal. Daí um dia minha mãe ficou sabendo de um garoto na rua de baixo que sabia TUDO de videogames e pediu para ele ir até em casa a fim de instalar aquela “pichorna” lá pra mim,  e ele foi!

Ele instalou, me ensinou a jogar, fez campeonatos comigo,  eu me apaixonei por ele e virei uma jogadora muito melhor que ele (hahaha). Até hoje me lembro daquele rapaz e do videogame super antigo e ultrapassado. Não sei que fim levou,  nenhum dos dois, mas ficou gravado aqui dentro do coração tudo aquilo. Sinto saudades até dos dias que eu passei só olhando o videogame parado...

Ai! Só de escrever esse post já quase morri de nostalgia! Eu era feliz e sabia, sim...


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