Sobre palavras


Acredito que algumas palavras tenham muita força e muito impacto. Palavras de paz num momento difícil (ando recorrendo muito a isso esses últimos dias), palavras de alegria numa segunda-feira estressante, palavras de amor num momento de carência. Todas essas PALAVRAS fazem muito a diferença.

Por outro lado conviver com pessoas que diariamente “vomitam” palavras ásperas e de baixo escalão é sempre muito estressante. Além de ofender os ouvidos nos trás uma negatividade enorme. É difícil levar o dia bem quando se está num ambiente assim.

É assim que me sinto às vezes, com vontade de ser SURDA por algumas horas. Gostaria que as pessoas respeitassem meu tímpano e parassem com esse tipo de agressão.

Pior de tudo é que não são somente palavras feias e ofensivas, muitas vezes é o TOM DA VOZ que incomoda. Não quero aqui dizer que não falo besteiras ou que não falo alto, falo gírias sim, mas nada que ofenda as pessoas ao meu lado e também venho de uma família de italianos e falo alto sim, mas o ALTO que eu digo aqui é GRITAR.


As pessoas gritam umas com as outras constantemente, na frente dos outros, isso pra mim é humilhação e eu me acabo com isso, brigas homéricas em tons altíssimos é realmente estressante.

Pessoas vamos ter um pouco de respeito uns com os outros, brigas e discussões são normais em um ambiente de trabalho por exemplo, mas gritaria e palavrões são escolhas de pessoas mal educadas e autoritárias.

Conservar a paz é a melhor opção porque o dia a dia por si só já é estressante o suficiente!

Resenha - A Hospedeira

O mundo foi dominado por uma espécie de parasita inteligente. 

Os humanos se tornam hospedeiros desses invasores que passam a controlar e direcionar a vida de quem eles tomam normalmente sem que nós possamos fazer nada. 

Os humanos infectados passam a viver de maneira calma em uma sociedade perfeita que respeita a natureza e os outros indivíduos, mas e a vida dos humanos que foram tomadas? Eu estou falando do livro escrito por Stephenie Meyer chamado A Hospedeira.


Essa é a grande questão desse livro. Stephen Mayer foi muito feliz com esse enredo que construiu, com personagens perfeitos que nos fazem sentir saudades quando o livro acaba. Aqui não temos mais vampiros como na outra obra da escritora - Crepúsculo - temos agora uma história mais séria e profunda. 

A maioria dos humanos tem sua mente extraída quando o ET se aloja no corpo, mas isso não acontece com Melanie, uma das poucas selvagens que luta contra o domínio desses invasores, pois a raça humana já sucumbiu com a invasão. 

Os olhos dos humanos agora ocupados pelos invasores ganha um brilho diferente e é a única forma de saber se é um selvagem ou não. Daí a capa do livro e agora a do filme, linda por sinal.


Do outro lado temos Peregrina - a “alma” invasora designada para o corpo de Melanie - que luta contra a consciência extremamente forte da humana que teima em não adormecer, lutando o tempo todo para se libertar. 

É através de Peg – a alma – que esta história nos é contada. Sem conhecer direito o mundo que está habitando, Peg é boa e não tem intenção de causar qualquer mal e por isso acaba se decepcionando quando descobre os problemas que a raça humana está enfrentando.


Melanie de alguma forma consegue se comunicar com a hospedeira lhe mostrando suas memórias e suas aspirações fazendo Peregrina ver o outro lado do planeta que sua raça invadiu - o lado dos invadidos. As lembranças e sonhos de Melanie são vivas demais e faz Peg conhecer de maneira intima diversos humanos fazendo-a sentir coisas que nunca sentiu em suas outras vidas. 

Pela primeira vez Peg é humana e descobre o que é se apaixonar, se sentir responsável por alguém e sentir necessidade de defender um povo. Melanie era apaixonada por Jared antes de ser capturada e receber Peg, além de ter um irmão e vários amigos. Isso tudo passa a fazer parte da Peregrina que começa a sentir o que a antiga dona daquele corpo sentia. 

Essa é uma historia envolvente, pois temos Peregrina e Melanie vivas dentro do mesmo corpo e se comunicando com pensamentos e sentimentos, isso é complexo para as duas afinal de contas não poderão ficar dessa forma para sempre.

E finalmente o trailer:


Espero que tenham gostado dessa dica dupla! Leitura e Filme!

Desafio dos 7...


Semana passada fui convidada por 4 blogs para responder uma TAG. Uma brincadeira que ta rolando no meio dos blogs.
Confesso que quando vi a brincadeira achei fácil fazer mas quando comecei a escrevê-la vi o quanto é difícil falar de mim mesma!
Bem, o legal é que vocês vão poder me conhecer melhor assim como passei a conhecer os blogs que me convidaram. A propósito são essas 4:


Como foram 4 blogs e tem dois tipos de desafios eu resolvi mesclar os dois e acabou saindo isso:

1- 7 Coisas que pretendo fazer antes de morrer:

#1 – Viajar o Brasil todo
#2 – Conhecer o Egito
#3 - Escrever um livro.
#4 – Conhecer o Gaucho pessoalmente (colaborador do Blog)
#5 – Trabalhar no que amo
#6 – Ter minha casa
#7 – Amar e ser amada

2- 7 Palavras ou expressões que mais falo:

#1 – Alô!
#2 - Putz!
#3 – Por Favor
#4 – Que absurdo
#5 – Merda!
#6 - Desculpa
#7 – Meu!

3- 7 Coisas que faço bem:

#1 – Irritar as pessoas
#2 – Dar carinho
#3 - Escrever
#4 - Comida
#5 – Fazer as unhas
#6 - Cantar
#7 - Estudar

4- 7 Defeitos:

#1 - Crítica
#2 - Tímida
#3 - Nervosa
#4 - Bagunceira
#5 - Detalhista
#6 - Apressada
#7 - Reclamona

5- 7 Coisas que amo:

#1 - Família
#2 - Amigos
#3 - Livros
#4 - Esmaltes
#5 - Cinema
#6 - Celular
#7 - Internet

6- 7 Qualidades:

#1 - Inteligente
#2 - Amiga
#3 – Sincera
#4 - Fiel
#5 – Engraçada
#6 - Carinhosa
#7 – Esperta

7- 7 coisas sobre mim:

#1 – Me irrito facilmente
#2 – Odeio meu serviço
#3 – To escrevendo um livro
#4 – Descobri que escrever é uma das coisas que mais gosto de fazer
#5 – Sou louca por serpentes
#6 – Adoro sotaque do sul do Brasil
#7 – Amo cantar e morro de vergonha quando alguém escuta só que já fiz até teste pra uma banda, passei e não voltei no otro dia pra ensaiar. hahaha!

8- 7 Coisas que me irritam:

#1- Receber ordens
#2- Me sentir presa
#3 – Ficar sem internet
#4 – Ficar sem credito no celular
#5 – Estar conversando com alguém no MSN e a pessoa mandar links do youtube
#6 – Não ser atendia quando ligo para alguém
#7 – Passar calor

9- 7 coisas que ninguém sabe sobre você:

#1 – Tenho medo de ficar sozinha
#2 – Choro com muita facilidade
#3 – Sou insegura
#4 – Escuto música clássica quando vou escrever algo
#5 – Tenho um diário virtual desses que escrevemos todo dia sabe?
#6 – Odeio salto alto
#7 – Dificilmente uso roupa branca

Ufaaa, que difícil fazer isso! Espero que tenham gostado, essa sou eu!!!

Dia de Merda


Estava eu passeando pelo blog de uma amiga DOCE CABANA e encontrei com esse texto. Assim como ela fiquei em dúvida se deveria postar ou não porque a linguagem as vezes é um pouco pesada, mas não me lembro de ter dado tanta gargalhada antes. Dai tomei coragem assim como ela e trouxe para vocês. Divirtam-se.
Aeroporto Santos Dumont , 15:30..

Senti um pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse.

Mas,atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas. Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão.'Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo, o avião só sairía às 16:30'.

Entrando no ônibus, sem sanitários. Senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto.

Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil falei:

'Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro.'

'Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda.'

O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: 'Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1hora, devido a obras na pista.

'Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo'. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento. Suava em bicas. Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro.

O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada , mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado. Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor.

Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada.

Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal.

Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de piedade, e confessei sério:

'Cara, caguei!'

Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle.

'Que se dane, me limpo no aeroporto', pensei. 'Pior que isso não fico'.

Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte.

Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira mas não pude evitar, e sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Desta vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés.

E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líqüida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo a liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar. Afinal de contas, o que era um peidinho para quem já estava todo cagado....

Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez. Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada.

Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe, constatei falta de papel higiênico em todos os cinco.

Olhei para cima e blasfemei: 'Agora chega, né?'

Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que concluí como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.

Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o 'check-in' e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. 'Ele tinha despachado a mala com roupas'.

Na mala de mão só tinha um pulôver de gola 'V'.

A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.

Desesperado comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis.. Minha cueca, joguei no lixo. A camisa era história.
As calças estavam deploráveis e assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda . Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de1 a 10.
Teria que improvisar. A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e
mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto para embarcar.

Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão
de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola 'V', sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.

Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando o 'RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO' e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria.

A aeromoça aproximou-se e perguntou se precisava de algo.

Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir:

'Nada, obrigado.'

Eu só queria esquecer este dia de merda. Um dia de merda...


* Luis Fernando Veríssimo* (verídico)

Excelenteeee final de semana a todos!

Coisas da Natureza


Já imaginaram algo parecido?

Isso não é um efeito visual, segundo a NASA é uma "Tempestade Super Celular de Nuvens" e aconteceu de fato em julho do ano passado em Glasgow, Montana.
É a maior tempestade já vista, abrangendo vários quilômetros soltando de dentro dessas camadas de nuvens fortes chuvas e ventanias. (parece o fim do mundo, haha).

Segundo cientistas da NASA “É como se as nuvens externas moldassem uma parece para direcionar toda força que sai de dentro desse enorme buraco, destruindo tudo pela frente”.

Estão vendo esse ponto ali ao lado (direita) é uma árvore.

Sei lá, quando vocês vêem esse tipo de imagem, vocês não se sentem pequenos? Impotentes?

Acho que já escrevi isso aqui, mas li uma frase uma vez que dizia:

A natureza não se defende, ela se vinga.

Mas não é só isso não, tenho a impressão que o homem parou a algum tempo de se importar com algumas coisas e passou a mudar seus valores. O resultado é esse, alguém lá em cima sempre dá um jeitinho de mostrar quem é que manda!!!

Quer saber de onde eu tirei isso? Clique AQUI

Ótima quinta para vocês!

Chantilly

Esses dias conheci mais um blog interessante e dele tirei uma dica que queria deixar aqui com vocês também.
Juntamente a isso, em um dos últimos posts recebi o comentário de um amigo (Fabinho) me pedindo mais dicas de livros, portanto vou aproveitar e atender o pedido dele hoje.

Essa dica tirei do Blog: AO INFINITO... E ALÉM? da Milca e ela junto com a Rachel  do blog Et coetra fizeram essa resenha que me interessei muito:


Um diário foi escrito. Catherine Aragon, numa atitude desesperada, escreve suas recordações em busca de socorro. Somente dez anos depois suas palavras foram ouvidas por um renomado cientista. Ethan Stuart, um homem com pouco carisma, toma as rédeas da situação para tentar ajudá-la. Ele contará com a ajuda de personagens suspeitos: o exótico Leon Saiter, um alcoólatra sem muita perspectiva, que arriscará a própria vida para obter êxito na resolução do caso, e a interessante Anabelle, que vive um dilema dentro de si onde questionará suas verdades e seus valores. A tríade investigadora conclui a soma dos catetos, tornando Chantilly um dos desafios mais intrigantes do seu viver. Mergulhe nesta aventura, em um ambiente noir, repleta de mistérios a serem desvendados numa cidade onde as pessoas perderam as lembranças.

Depois que comecei a dar chances a literatura brasileira vi muita coisa boa e esse me parece que vai ser igualmente bom também!

O lançamento vai acontecer no dia 4 de dezembro de 2010, no Rio de Janeiro. Eu estou longe demais, senão iria com certeza, mas par quem mora lá vou deixar o endereço:
Rua Conde do Bonfim, 225 - primeiro andar
Próximo a Saens Peña - Das 15h as 19h

As meninas ainda fizeram um banner para quem curtir a história e quiser divulgar:


Fica a dica para vocês, espero que gostem!

Ps: Estou doente por isso essa semana acredito que não de para postar todos os dias! Me desculpem!
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