Mostrando postagens com marcador Violência. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Violência. Mostrar todas as postagens

[Série] Sons of Anarchy


Uma das melhores séries que Já vi entre as mais de 50 que tenho contato. Sons Of Anarchy conquistou pessoas por todo o planeta e foi uma das poucas que fechou seu arco de forma perfeita, garantindo a alegria de seus telespectadores até o final da ultima cena. 

A produção foi tão apreciada que alguns famosos "pediram" para participar da série, como no caso do escritor Stephen King. Nunca mais vou esquecer sua participação. 

Stephen King

E também do cantor Marilyn Manson, que apareceu quase irreconhecido na série, mas desenvolveu um papel incrível em alguns episódios:

Marilyn Manson

E na Semana do Rock, não tem série mais Rock in Roll para deixar de dica, uma vez que, sua trilha sonora conta com bandas do tipo: Black Sabbath, Elvis Presley, Alice Cooper entre outras, mas hoje falaremos apenas sobre o enredo, porque as músicas merecem um destaque só delas. 

Kurt Sutter

Criada por Kurt Sutter, que também participou como ator (e protagonizou uma das cenas mais marcantes da série toda), conta a história de um clube de motoqueiros residentes em Charming (cidade fictícia), na Califórnia. 

Jax Teller

Jackson (Jax) Teller é o protagonista dessa série. Atualmente vice-presidente do clube, tem seu tempo dividido entre eles e sua família recém formada, além de travar uma batalha silenciosa com o atual presidente, Clay Morrow, casado com sua mãe Gemma Teller. Batalha, essa, que tomará proporções épicas a cada episódio. 

Clay e Gemma

Acontece que esse clube não se trata de uma turma qualquer de motoqueiros, eles estão envolvidos com tráfico de armas e vivem em guerra com outras gangues das redondezas. Ah, temos 7 temporadas pela frente, por isso, não pensem que seus negócios param nas armas! A série vai até para Irlanda por conta de seus novos negócios. 


É uma obra densa, violenta e dramática ao mesmo tempo. TODOS os personagens são inesquecíveis e parecem protagonistas para mim. Jax é forte e realiza nossos desejos o tempo todo: Ele dá porrada quando tem que dar e corre quando precisa. É descabeçado e vai crescendo à medida que as temporadas vão mudando. 

Sem falar que é bonito acima do padrão! 



Sua mãe, Gemma é um destaque à parte. É do tipo que você ama e odeia diversas vezes em um único episódio. Até hoje, não sei se torcia a favor dela ou contra, mas uma coisa é certe, Gemma sabe das coisas e deixou sua marca na televisão. É a grande mãe da gangue e nada passava despercebido por ela.

Gemma pistoleira! (rs)


Agora o que mais ficou marcado nessa série foram as mortes. Quando digo que essa produção é Rock in Roll não estou mentindo. Não tem fôlego aqui. A toda hora alguém está em perigo, e com bastante frequência, você vai terminar os episódios sem acreditar que acabou de ver.



É entretenimento puro. É ação garantida com uma das tramas mais legais que já vi. Não é só o clube e seus negócios arriscados, temos arcos dentro da cadeira, na Irlanda, em hospitais e até no passado. Jax é um personagem complexo de opiniões fortes pregando o que há de mais puro dentro da anarquia. 

Fora que ele precisa ser pai e marido, acima de tudo. Tem que lidar com problemas que, muitas vezes, parecem maiores do que ele e vai sendo arrastado para o que existe de pior no submundo do crime. E sabe o que é pior? Você vai torcer por ele o tempo todo, até quando ele estiver errado! 

Sons of Anarchy está ali no topo para mim, ao lado de Dexter, Lost, Banshee e Breaking Bad. Séries que me transportavam para outro planeta quando eu apertava PLAY.


Foram 7 temporadas com 13 episódios cada. O último fechou o arco das histórias de forma espetacular. É difícil ter uma aceitação tão grande quanto a que Sons o Anarchy teve desde seu começo até o término, mas a questão é bem essa: Foi uma série que cumpriu o que prometeu e inovou a base das tramas da televisão, porque se analisarmos bem, não existe mocinho nessa trama. 

TODO mundo é bandido e você toma o partido de um deles, que não deixam de ser culpados por isso! 

Essa série é minha dica especial para a semana do Rock, porque não existe um roqueiro sequer no mundo, que não apreciaria uma trama como essa, cheia de atitude!

>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>

Agora um "mimo" para quem assistiu a série. Livre de Spoiler, porque não vou explicar imagem nenhuma, mas com um enorme significado para quem já assistiu até o final!

Gemma e Nero, um dos melhores personagens da série que trouxe um novo segmento para o clube!

Opie! Meu amor eterno por ele!

Eu tenho vontade de chorar até hoje só de ver esse pequeno GIF.
Tenho certeza que QUEM ASSISTIU a série, reconheceu NA HORA!

Os Mayans - Gangue rival

Tig e Venus - Casal mais improvável e perfeito de todos!

HAHAHAHAHA bem feito!

Sem comentários! Ele teve o que mereceu, mas no fim eu me apaixonei pelo personagem!

Fica a Dica! Espero que tenham gostado da seria Rock in Roll que eu trouxe para vocês!


[Livro] Laranja mecânica - Anthony Burgess

Um dos livros mais difíceis que eu já li e não falo isso pelo seu teor violento e nem pela crítica social, mas sim pela linguagem criada pelo autor. Genial, isso é inegável, mas muito difícil e eu não esperava por isso.

Mas posso resumir essa experiência com uma palavra apenas: HORRORSHOW  (Palavra que o Alex mais adora!)



Sinopse: Narrada pelo protagonista, o adolescente Alex, esta brilhante e perturbadora história cria uma sociedade futurista em que a violência atinge proporções gigantescas e provoca uma reposta igualmente agressiva de um governo totalitário. A estranha linguagem utilizada por Alex - soberbamente engendrada pelo autor - empresta uma dimensão quase lírica ao texto. Ao lado de "1984", de George Orwell, e "Admirável Mundo Novo", de Aldous Huxley, "Laranja Mecânica" é um dos ícones literários da alienação pós-industrial que caracterizou o século XX. Adaptado com maestria para o cinema em 1972 por Stanley Kubrick, é uma obra marcante: depois da sua leitura, você jamais será o mesmo.



Classificação


Editora: Aleph


Bem, assisti a esse filme na época da escola e achei estúpido. Não entendi o que ele queria dizer é fiquei aflita com a maioria das cenas, que ainda estão tão vivas em minha memória (obrigada professora Márcia)

Mas algumas coisas - e isso inclui a leitura - são mais bem aproveitadas com a maturidade. Venho constatando isso com meus livros. Alguns falam línguas diferentes a cada leitura que eu faço e outros simplesmente não funcionam, porque ainda não estou pronta para eles.

Laranja Mecânica, finalmente, se mostrou pronto para mim (ou eu para ele, rs) e dessa vez, a leitura fluiu...


Ou quase...

Quase porque o autor é bizumni (louco) e escreveu um livro genial, mas complicado com um dialeto próprio que te obriga a ficar consultando um dicionário QUE VEM NO LIVRO! Colocarei algumas coisas no texto e a "tradução" entre parênteses, mas imaginem que no livro não tem essa ajudinha...

O livro conta a história de Alex, um garoto bugati (rico), problemático que adora violência e a prática em larga escala ao lado dos seus druguis (amigos).

As conversas entre eles são surreais. O dialeto que eles usam - aqui chamado de NADSAT é quase como a evolução das gírias que ouvimos atualmente, mas totalmente criada pelo autor. Em determinado momento do livro, percebemos a estranheza de outros personagens mais velhos, diante desse tipo de linguagem.

...então ele veio até onde eu estava não muito skorre (rápido) e eu pude sentir o von do tchai (cheio do chá) com leite que ele estava pitando quando ele abriu a rot (boca) numa careta muito grande e cansada".

Fiquei pensando que foi exatamente isso que o autor queria proporcionar ao leitor. Se imagine entrando em uma região remota do Brasil, dessas que você não tem contato algum e experimenta conversar com um nativo de lá. É quase impossível é olha que moramos no mesmo país. (Acho isso lindo para dizer a verdade e talvez seja por isso que amei tanto essa obra).


Alex é quase um animal. Prática, ao lado dos amigos, as mais cruéis e desrespeitosas ações. Ele gosta de humilhar e espancar as pessoas e para ele é tudo um jogo. Ele faz isso porque pode.

...depois de ter amaciado aquela devotchka (garota) com minha goloz de cavalheiro, de modo que ela não havia fechado a porta como deveria ter feito, sendo nós estranhos na noite. Nós quatro então entramos com tudo, o velho Tosko tocando terror como de costume, pulando pra cima e pra baixo e cantando slovos indecentes..."

Bem, como nem tudo são flores, Alex é preso após cometer um assassinato e já na cadeia descobre que todo mundo, um dia, terá que pagar pelos seus erros e é aí que começa a parte que eu surtei vendo o filme (na época da escola).

Alex fica sabendo de um tratamento que promete CURAR pessoas como ele (aqui você deve ler: Psicopata rs) e resolve que quer participar do programa, sem saber bem o que lhe espera.

O tratamento consiste em passar cenas horrendas para ele assistir, tudo isso ao som do que ele mais gosta: Música Clássica. Sim, meus amigos, Alex têm um gosto refinado, mas não pensem que isso ajudou.

Acontece que ele prova do próprio veneno ao observar espancamentos, linchações e agressões de todos os tipos. É agora você vai se lembrar daquela cena clássica, onde pregam os olhos dele de forma que ele não pode nem piscar para que realmente veja as cenas e imagens.


A música é constante e trará para ele grandes consequências no futuro. Ao ponto em que toda vez que ele escutar música clássica, esse tratamento lhe voltará a mente, causando o mesmo efeito de pânico que ele sentiu ao ser tratado.

É uma lavagem cerebral. Tenho certeza que se ele soubesse o que lhe aguardava jamais se permitiria participar de tal tratamento. O que nos leva ao ponto principal da coisa:

Até que ponto o "estado" deve decidir quem precisa receber esse tratamento e quem não? Será que ele é tão eficaz como prometem? Será que é certo, obrigar que todos sejam iguais em suas ações? Esse é o melhor caminho? Lavagem cerebral não é algo simples e tem consequências.

Gente, o final é sensacional. Não revi o filme ainda, mas farei em breve. É um livro difícil? Sim, mas vale cada página e olha, eu juro que na metade da leitura eu nem precisa mais consultar o dicionário. A linguagem de tornou natural para mim e a leitura fluiu de verdade.


Sorteio – Uma Razão para Respirar

Você quer uma razão para respirar? Vou te dar uma!

Sorteio de um dos livros mais legais que a Editora Pandorga já publicou:

Uma Razão para Respirar - O livro que mobilizou milhares de pessoas em uma campanha contra a violência doméstica agora pode ser seu!



Então vamos ao que interessa: Regras básicas:

1 - Seguir o blog é essencial e primeira regra do sorteio.   

2 - Responder o e-mail que eu enviar no prazo de 48 horas. Após isso haverá outro sorteio.

3 - Deixar um comentário neste post, nem que seja para me dar "BOO". Não precisa deixar e-mail.

4 - Leitores de fora do país também podem participar. O prazo de entrega de vocês é maior, obviamente.

5 - Preencher o formulário abaixo o máximo que puder!

Ah! Aos que ainda não sabe participar dos sorteios com o formulário Rafflecopter é só clicar AQUI que eu ensino passo a passo.

A PROMOÇÃO VAI ATE DIA 31 DE MAIO!

[ Livro ] Uma razão para respirar

Este livro foi uma cortesia da Editora Pandorga que me enviou também um monte de marcadores que serão sorteados para dois de vocês nos comentários deste post!

Livro no SKOOB
Uma razão para respirar da escritora  Rebecca Donovan foi uma surpresa interessante. Quando li a sinopse fiquei maluca pela obra, mas esta rumou para um caminho diferente do que eu esperava e mesmo assim me agradou - coisa que costuma não acontecer.

Contando com uma mobilização imensa na internet com banners especiais e muita especulação já em torno da sua continuação, a obra aborda o tema VIOLÊNCIA DOMÉSTICA e mostra muito drama em cima disso.

Bem, eu esperava mais dessa parte. Muito mais sobre essa opressão psicológica que o tema trás, mas na verdade o livro é mais sobre superação e descoberta. A escrita é tão agradável que fica difícil largar o livro um segundo sequer mesmo rumando para outro lado.

Emma Thomas mora com os tios, pois perdeu o pai quando criança e sua mãe é uma alcoólatra que mal consegue cuidar de si própria. Por conta disso essa única e pequena família que conta ainda com dois primos a abriga com relutância, principalmente sua tia que a odeia por sentir que ela atrapalhou tudo ao se mudar para lá.



A relação das duas é extremamente complicada com baixas o tempo todo e nada de cumplicidade. Emma é agredida diversas vezes sem um motivo sequer e o ódio que sua tia sente é algo revoltante. Algumas cenas são bem fortes, deixando o leitor louco do outro lado da página! (rs)

Por isso, Emma é o tipo de garota que sabe se camuflar em todos os cantos. Em casa faz isso para não ser notada e despertar a fúria de sua tia com o menor dos movimentos e na escola por medo de que alguém descubra o inferno que ela vive.

Ela prefere ficar sozinha e sua personalidade destoa completamente de Sara, sua melhor e única amiga. Curiosamente, Sara é a garota mais popular da escola e também a pessoa que mais entende Emma e a ajuda como pode, mesmo sendo constantemente repelida para fora do problema.


O fato é que não ter muitos amigos à ajuda, pois entrar na faculdade é a única esperança de Emma para conseguir sua liberdade. Por esse motivo, a garota se dedica integralmente aos estudos e ao esporte sendo destaque em tudo. Isso também ocupa todo o seu dia o que ajuda a dissipar seus problemas mais e mais.

Dessa forma, se camuflar parece fácil. Emma fica fora de qualquer interação social possível e segue garantindo uma excelente bolsa de estudos para se livrar da vida que leva.

Esse plano seria perfeito se não fosse um pequeno e irresistível problema: Evan Mathews.

Uma pausa aqui. Eu custei a entender o motivo de Enma para não revidar diante das agressões,  talvez por eu ser livre e viver em um lar onde o respeito é primordial, mas conforme a leitura foi passando,  fui entrando no mundo dela e pude imaginar o que sentia. Passei, então a entender também muitas vítimas de agressões que jamais tentam se livrar disso ou que se submetem aparentemente por vontade própria. No fundo elas não veem opção para seu martírio e se sentem desamparadas. Não tem nada de vontade própria aqui.


Mas voltando a leitura, Evan foi o personagem que mais me atraiu, obviamente por ser lindo e inteligente, com saídas brilhantes e muito senso de humor, mas principalmente pela sua força.

Emma relutava sempre em se abrir para outras pessoas a não ser Sara e Evan vai lentamente conquistando sua confiança e se mostra firme no que quer o tempo todo. Mesmo quando a garota o afasta ele fica lá,  de longe, cuidando dela.

Essa foi a salvação e a ruína de Emma que se viu completamente entregue a esse rapaz sendo obrigada a lutar com as pessoas que mais a aterrorizava na vida. Como eu disse a história seguiu por um caminho que eu não esperava, mas que me agradou tanto quanto.



Apesar da profunda opressão, Emma é uma garota forte assim como Sara, que não tem nada de fútil como as garotas populares são descritas geralmente. Ela trás uma realidade incrível para Emma e cresce demais conforme vai se envolvendo com os problemas da amiga. Gostei demais de sua personalidade.

E Evan é extremamente forte e capaz de entender problemas bem maiores do que ele sem que lhe contem nada. Ele é o tipo de cara que age. O legal do livro é a amizade que eles constroem antes que a relação evolua para algo mais. Isso só fortaleceu ainda mais esses laços.



Esse trio junto torna o livro mais leve, com conversas descontraídas e muita fofura entre o casal que me fez suspirar um milhão de vezes. Uma Razão para Respirar me conquistou já no primeiro capítulo. A leitura é fácil e rápida, sem enrolação e mostra a que veio já no início. Recomendo muito esse livro.

Um detalhe que quero ressaltar: O final me deixou com taquicardia! Preciso da sequencia urgentemente e daí vocês já podem perceber o quanto me apaixonei pela obra.

Uma dúvida


 
Eu realmente não deveria estar aqui escrevendo isso, mas algumas notícias do dia a dia me incomodam um pouco!

Cheguei a postar no Facebook uma frase que dizia:

Enquanto assinam acordos para combater a violência, a cidade de São Paulo fecha o fim de semana com mais 31 mortos. 


 
Ah não vou ficar gritando aqui no blog, não adianta. Só estou com uma dúvida:

Estamos em guerra civil onde só um lado está armado? É isso?!

Uma grande mentira

Essa postagem é um protesto! Semana que vem eu volto com outros assuntos, mas este ficará aqui o fim de semana todo!

O mudo está mudando, as pessoas estão evoluindo aos poucos.
BESTEIRA
Não vejo melhoria alguma, o fato é que estou farta de ouvir falarem de evolução e inteligência se quando abro o jornal vejo pessoas matando pessoas para fazer EMPADAS!!!
Onde está a melhoria? Onde está a evolução. A verdade é que estamos regredindo cada dia mais e não sei onde isso vai parar. Convivemos com absurdos enormes e nem ligamos mais. O que é isso? A evolução já superou o canibalismo então estamos andando mesmo para trás!
Esses dias minha tia chegou transtornada em casa porque na escola onde ela trabalha uma criança do 4º ano (10 anos né?) saiu correndo atrás de outra na sala de aula com uma faca na mão para matá-la. Onde essa criança viu isso? De onde ela tirou essa idéia?

É televisão? É Datena? É Criminal Minds? É exemplo em casa? Vídeo Game? Livros? Revistas?

Já não importa mais. O mundo precisa explodir e começar de novo porque está tudo errado. Esses dias li num blog (Verdades e Bobagens) sobre a falta de educação e presenciei algo parecido ao lado do meu serviço:

Tem uma avenida em obras, muito grande e o resultado será lindo, vi o panfleto, uma melhoria necessária nesse bairro, então interditaram a rua de um lado para arrumá-la e deixaram o outro lado livre. Pois um animal dirigindo um automóvel entrou na rua INTERDITADA cantando pneu e ainda jogou uma latinha de cerveja para fora da janela. NA RUA!!! Na frente dos operários que ficaram só olhando o carro ir embora e estragar todo o serviço feito por eles!

E o respeito? Dessa falta de educação até a capacidade de triturar seres humanos para fazer empadas é um "pulinho". E o diacho do limite? Não existe mais claro, porque se a pessoa não sabe que não pode comer gente ela certamente não se importará de roubar, ou mentir, ou algo menos psicótico, mas ainda sim errado.

Eu estou com medo de viver nesse mundo, nunca mais como nada que estiverem vendendo na rua, tenho medos das pessoas sem limites. Eu quero limites para mim e para todos ao meu redor senão é melhor ficar em casa dormindo e só.

Quando fiquei sabendo sobre essa criança na escola correndo atrás da outra com faca pensei. Dane-se a diretora, eu não tinha medo dela, eu nunca fiz “merda” na escola porque sabia que quando meu pai descobrisse, eu estaria "lascada". Certamente ficaria de castigo e apanharia um monte. Hoje ainda agradeço meus pais por me educarem dessa forma.

É isso que acabou, é a base de tudo que está faltando, não dá para educar alguém na escola se em casa não existe o tal limite. A família é primordial para o extermínio dos psicopatas, enquanto isso não mudar continuaremos comendo empadas de carne humana e teremos que tirar armas das mão de crianças NA ESCOLA.

Sexo e violência

Já me perguntaram se é errado gostar de violência na hora do sexo! Oras quem sou eu pra julgar o que é certo ou errado, mas de qualquer forma fui buscar informações porque diversas vezes encontramos a associação dessas duas atividades. Então, despertei a bióloga que existe em mim e fui à caça a busca de respostas baseadas em experiências e descobri uma ligação sim.

Sexo e violência estão interligados nos ratos (pelo menos) através de um grupo de células no cérebro que determina se o animal deve atacar ou acasalar com um invasor e acredita-se que existam essas mesmas células nos seres humanos.

O estudo foi publicado pela revista Nature e mostra que quando esses neurônios estão sossegados os ratos ignoram machos intrometidos que atacariam noutras circunstâncias. No entanto, quando as células são ativadas, os ratos atacam até as fêmeas que deviam cortejar.

Isso não parece familiar?

“Devido a essas células os animais sentem que há necessidade de proteger o seu território contra um intruso macho e uma necessidade de ter sexo com invasores femininos e isto ficou marcado nos circuitos do cérebro", diz Clifford Saper, neurocientista da Escola Médica de Harvard de Boston, Massachusetts. "É a forma de os animais protegerem o seu território”


“Talvez”, diz David Anderson no Instituto de Tecnologia da Califórnia em Pasadena, “o circuito cerebral que a sua equipe identificou possa entrar em curto-circuito em alguns criminosos sexuais violentos. Talvez nesses indivíduos haja algum tipo de má ligação nestes circuitos do cérebro e os impulsos violentos e sexuais são sejam devidamente segregados."

É uma forma interessante de analisar um problema muito grave, se realmente existir alguma forma de reparar, isso possa ser controlado quem sabe?! E nós mulheres agradeceremos muito não é mesmo?
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...