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[Livro] Theus: Do Fogo à Busca de Si Mesmo - Fabrício Viana

Recebi essa obra do próprio Fabrício que se tornou um amigo além de parceiro aqui do Blog e preciso dizer, foi um presente lindo!

Para quem não sabe, ou não se lembra, a Editora Orgástica é especializada em livros com temáticas LGBT e já é a terceira vez que trago resenhas de suas obras aqui para o blog!



Livro no Skoob
E agora vim falar de Theus: Do Fogo à Busca de Si Mesmo, uma obra deliciosa, com uma narrativa leve e fluida que me arrancou lágrimas no final. 

Aqui conhecemos Prometheus, um rapaz que descobre sua sexualidade de uma forma bem conturbada e que precisa enfrentar o preconceito vindo de dentro de sua própria casa, além de lidar com decepções e paixões arrasadoras.

Theus, que também é chamado de Junior pelos amigos descobre o prazer ao lado de Ronaldo e por conta de sua criação se sente culpado e pecador por se entregar a essa paixão. 

Se já não bastasse essa confusão em sua cabeça, um de seus encontros é descoberto pelo seu pai e é nesse momento que tudo desanda em sua vida. Expulso de casa, Junior é internado em uma fazenda que promete curar sua homossexualidade e lá ele é praticamente esquecido por sua família.

O problema é que – como estamos cansados de saber – não existe essa coisa de “cura gay” e obviamente os moradores dessa tal fazenda não são pessoas tão honestas como se intitulam e depois de algumas situações complicadas (que não vou contar pra não estragar as surpresas) Junior foge e vai parar em São Paulo onde finalmente sua vida começa.

Todos sempre concordavam com tudo. Mesmo assim, Junior, que lutava consigo mesmo e acreditava que sua vida poderia ser mudada, que ele só tinha feito brincadeiras malignas com o Ronaldo e que ele não gostava de homens, não deixava de perceber certas incoerências naquele ambiente".

Não! Não pensem que a trama acabou. Tudo até agora é contado para nós em forma de pensamento. Junior começa a recordar tudo, sentado no sofá de sua casa em Sampa – onde mora com um amigo chamado Gabriel - e ainda tem muito caminho pela frente em sua jornada.

Em São Paulo Theus descobre as baladas, as drogas, as amizades e os perigos que não o cercava enquanto morava com os pais. Começa a lidar com problemas bem maiores e aprende a contar com poucas pessoas nessa jornada.

A reviravolta do final me deixou sem palavras. Fiquem mesmo com lágrimas nos olhos e se o Fabrício morasse perto da minha casa teria que me emprestar um ombro para chorar! (sorte dele estar longe).

...Gabriel tentava sempre mostrar ao Junior as coisas boas. Sempre tentava mostrar que a vida na cidade grande não era só baladas. Havia pontos turísticos, bons restaurantes, peças de teatro, cinema e uma infinidade de lugares próximos para visitar, ou até mesmo longe. Que eles podiam fazer isso por toda vida, solteiros ou namorando outra pessoa, não importava, desde que estivessem sempre juntos.

Recomendo esse livro não só para o publico LGBT, mas para qualquer um que já tenha aprendido a pensar e assim se livros dos preconceitos estúpidos da humanidade. A obra é linda e merece ser lida.

Encontre Theus: Do Fogo à Busca de Si Mesmo no site da Editora Orgástica e conheça várias outras obras lançadas por ela.

Quer conhecer um pouco mais sobre o autor Fabrício Viana? Ele arrasa, olha só:

Fabrício é escritor, bacharel em psicologia e pós-graduado em comunicação e marketing.
Criou diversos projetos sociais na internet, como a Campanha Digital contra o Preconceito (2002), o portal Armário X (2003) e a TVTudo (2004).
Viana também produziu o documentário premiado pela prefeitura de São Paulo, chamado Nosso Orgulho e deu entrevistas em jornais, revistas, portais e programas de TV, como Ana Maria Braga, Fantástico, Mulheres Dez e Manhã Gazeta.

Ufa!!! Mega Sucesso!!!

Levantando uma bandeira

Hoje quero falar sobre Drag Queens e quero aproveitar para levantar uma bandeira aqui, esclarecendo bem nitidamente o que eu acho dessa pequena massa detonada pelos mais conservadores e o que acho dos detonadores (rs).

Esses dias eu comecei a acompanhar uma série bem interessante: RuPaul Drag Racer.


Para quem não conhece, é um reality show de Drag Queens comandada pela RuPaul, uma celebridade nesse meio e vou dizer, não morria de rir tanto há muito tempo. Os episódios são hilários e animados até o topo!

Como qualquer reality, os episódios são terminados em uma eliminação e a cada semana uma Drag é mandada embora perdendo a chance de ganhar um prêmio deslumbrante. Gente é muito bom.

Mas o que me fez vir aqui escrever além é claro, de recomendar um bom show para vocês? É que no decorrer do programa vamos conhecendo mais de cada um daqueles rapazes que se transformam em mulheres incríveis e descobrimos que existe muito mais do que purpurina e tecidos vibrantes em sua trajetória.

A luta pelo reconhecimento, pelo direito de se sentir “normal” em uma sociedade endurecida, a dor da rejeição, na maioria das vezes, pela sua própria família e muitas outras coisas é só a base em que crescem, mas o que me tocou muito mais foi a insegurança que sentem antes de se transformarem.

Todos parecem desconfortáveis quando precisam interagir no palco ou em qualquer outra prova, se não estão “transformados” e isso é muito interessante de observar, porque dá para ver claramente que aquelas roupas é uma redoma de proteção para eles. É divertido, mas é triste, não acham?

No último episódio que assisti, eles precisavam cantar uma música para eliminação e tinham um dia todo para ensaiar com uma cantora profissional. O ensaio foi um desastre, todos gaguearam, ficaram vermelhos, sem jeito, acuados e apavorados, mas quando a hora da apresentação chegou e todos já estavam vestidos com suas perucas lindas e maquiados, foi um show incrível!


Isso me fez pensar que as pessoas que repudiam esses profissionais são amargas por natureza e não têm mais cura. Fez-me pensar que – assim como o RuPaul fala o tempo todo no reality – qualquer rapaz que tenha coragem de sair vestindo uma peruca e saltos altos na rua é um herói e merece nosso respeito.

Você não precisa se vestir como eles, eu mesma não teria coragem, não há necessidade de mudar sua forma de viver para aceitar esse tipo de profissional no mundo, mas repudiar é outra coisa. Eu não sou homossexual e não pretendo ser, mas respeito quem é e gostaria de viver em um mundo onde eles fossem reconhecidos como qualquer outra pessoa.

Vou dizer, quando isso acontecer, o mundo será mais colorido e alegre! Acredite, veja o reality e você vai entender que essa leveza toda que eles têm não pode ser prejudicial para ninguém nessa vida.

[Livro] Bem-Te-Vi

Livro no Skoob
Olá, pessoal. Hoje trago mais uma dica de leitura da Editora Orgástica

A obra é da escritora Marli Porto e se chama BEM-TE-VI. Trata-se de um infanto-juvenil muito fofo que deveria ser lido por pais e filhos que passam pela turbulenta da descoberta homossexual logo cedo.

Um assunto abordado com total sutileza, mas que não deixa de expor as verdades tristes de nossa sociedade. O adolescente que descobre logo cedo que é “diferente” do resto dos seus amigos na escola, passa por duvidas e medo tanto na escola quanto em casa e esse livro retrata bem isso.

A Marli Porto faz um relato fiel do que se passa nesse período da vida dos adolescentes, a escola é palco de conquistas e derrotas e é a partir dela que o jovem molda sua personalidade. Nada mais justo do que investir em literaturas desse tipo e acredito que se esse livro existisse nas prateleiras das bibliotecas desses colégios, poderia auxiliar muitos adolescentes que passam por isso e não sabem a quem recorrer.

Sou uma defensora assídua de causas como essa e lendo esse livro tive a sensação de que muito em breve adotaremos leituras desse tipo em nossas escolas. Está na hora de lutarmos para incluir os nossos jovens em todos os aspectos, por que ser jovem já é difícil, mesmo pertencendo ao grupo que a sociedade dita como “certo”, imaginem ser “diferente”?


Imaginem tomar decisões não convencionais! Sentir coisas que não são condizentes ao que mandam lá fora! Sim, está na hora de levarmos isso com mais naturalidade, temos coisas mais sérias para condenar, como corrupção ou assassinatos absurdos.

A autora acertou no ponto, em minha opinião. É um livro que deve ser recomendado. A obra tem um final delicioso e nos faz sentir bem. É bem pequeno, com apenas 88 páginas – Li em uma tarde, pois acabei me envolvendo com a história! 

Quero parabenizar a Editora Orgástica, nossa parceira, pela qualidade do material e por lançar no mercado editorial esse tipo de obra, tão ausente nas livrarias. Espero que esse cenário mude logo.



Sexualidade ou Castigo + Livro O ARMÁRIO

Porque esse título? Porque acho que qualquer pessoa que pertença a uma classe de MINORIAS encara sua situação como castigo ao menos uma vez na vida. 

Eu sou defensora dessas pessoas que são discriminadas porque não são brancas ou talvez porque não são magras (eu faço parte dessa última). Ou quem sabe por que são magras demais! Ou pobres demais. Ou até mesmo brancos demais...

O ser humano não aprendeu,  em tantos anos de existência, a conviver com diferenças. Então imaginem lidar com pessoas que AMAM outras do mesmo sexo!

Sexo ainda é tabu!

Ainda existem pessoas que condenam o preservativo! Ainda existem pessoas que discriminam uma mulher que faz sexo demais e enaltecem o homem pela mesma medida! Ainda existem pessoas que menosprezam quem faz SEXO DE MENOS! Não temos saída, alguém me envie as regras desse jogo!

A palavra SEXO assusta muita gente ainda e por incrível que pareça faz os posts ligados a esse assunto chegarem a números astronômicos de visitas! Bom pra mim, mas...

Se o simples fato de escrever a palavra HOMOSSEXUALISMO aqui no meu blog já me torna um blog mais visitado, porque ainda temos tanto preconceito.

E porque estou dizendo isso? Porque conheci um cara que luta pelos seus direitos escrevendo livros!


Preciso dizer que o amo ainda mais?! Livros?!!!

Fabrício Viana é autor do livro O ARMÁRIO que trata exatamente sobre a homossexualidade e é também nosso parceiro do blog! Foi o primeiro livro gay que eu li na vida, depois dele veio um de vampiros gays, mas isso não vem ao caso, e achei fantástico.

A obra é dividida em duas partes.

A primeira conta sua própria história desde quando percebeu que gostava de rapazes e não de garotas, passando pela luta que é contar tudo para sua família - o que eu calculo que seja uma das piores. Fala sobre rejeições e tristezas, mas também sobre descobertas agradáveis até os dias de hoje como um homem bem resolvido com sua orientação.

A segunda parte é mais sociológica e técnica,  mostrando a historia da homossexualidade desde os primórdios do homem até a atualidade. Fiquei super curiosa e adoraria ler mais sobre isso, o homem tem certos costumes que de tempos em tempos é tachado como ERRADO, mas que inevitavelmente voltam a tona. 

Sério,  é um livro muito informativo e interessante que me fez refletir demais.

Eu que convivi com amigos que se afastaram por serem homossexuais, mesmo sabendo que eu jamais os julgaria. Que senti raiva por ter apoiado tanto e ter parecido tão pouco na época,  pude aprender um bocado com essa leitura.

Sexo precisa ser mais discutido para que um dia se torne algo normal. Gostar do mesmo sexo não é crime e você que faz parte de uma minoria, tem tudo a ver com isso, mesmo sendo heterossexual.

Eu disse isso porque me lembrei de uma historia MUITO INTERESSANTE que vi na TV há algum tempo. Infelizmente não lembro quem disse, mas foi mais ou menos assim:

Um rapaz que almoçava em uma praça de alimentação, termina sua refeição e pega seu lixo para deixar a mesa limpa para o próximo. 

É meio dia e o local está cheio, ele só quer ser prestativo, então levanta apressado com tudo nas mãos, mas assim que fica de pé escuta alguém gritar atrás dele:

- Bichinha!

Ele não liga. Já está acostumado com esse tipo de insulto e mesmo chateado resolve deixar para lá, mas escuta novamente a mesma voz:

- Ei viadinho! Além de bicha é surdo?

A fúria ferve dentro dele, que é gay sim, mas que respeita o próximo e merece respeito também. Se a pessoa que lhe grita essas palavras ásperas soubesse o quanto machuca ser discriminado, provavelmente se retrataria.

E sem pensar vira-se para trás a fim de jogar a bandeja com seus restos sobre o homofóbico que o agride, mas assim que o vê, fica imóvel.

É um negro que lhe ofende!

- Esse provavelmente nunca vai aprender nada na vida! - Ele pensa e vai embora.


Complicado né? E nesse sistema de preconceitos, onde cada um acha que o seu estilo é o mais certo vamos nos ilhando e deixamos de evoluir.

Com tanta coisa mais seria para nos preocupar e ficamos implicando com pessoas que só querem ser feliz?! Não tem lógica, concordam.


Esse livro que colocou para pensar e isso já adiciona um ponto a mais na leitura. O Fabrício é hoje um amigo querido e muito bem humorado que ainda se espanta ao ver MULHERES HETEROSSEXUAIS  se interessando pelos seus livros!

Ele "Saiu do Armário" e resolveu escrever sobre isso para mostrar o que ninguém vê. Tenho certeza que sua obra ajudou e ainda vai ajudar muitas pessoas presas em seus "Armários" e eu acho isso fantástico da parte dele!

Adoro isso! Adoro ser assim! Adoro pessoas que pensam diferente de mim! Adoro livros que me ensinam!

Siga o escritor no twitter: @FabricioViana


Fabrício lançou outro livro esses dias e se chama URSOS PERVERSOS.

A obra é um apanhado de contos eróticos gays!!! Ele está mandando um pro blog e essa será uma experiência bem nova para mim. Depois eu conto como foi! (rs)

É isso aí, gente! Mente aberta e pronta para aprender sempre. Assim sobra mais tempo para lutar pelos nossos direitos, que é o que realmente precisamos fazer!






Gays X Feministas

Sou defensora de causas. Quem me conhece sabe bem que tenho aversão à pessoas preconceituosas e no meu currículo de amigos aparece todo tipo de raça, opção sexual, cor, religião e me divirto com isso. Como dizia Cazuza "Meu negócio é multiplicar e não subtrair".

Tem coisa mais gostosa do que poder (digo poder porque é um privilégio) discutir sobre religião com alguém de opinião contrária a sua? Quando feito com responsabilidade e amizade é muito bom, todos os lados só têm a ganhar. Vários pontos de vistas, novidades e descobertas que não fazem parte do nosso dia a dia. Discutir religião é saudável quando feito por pessoas intelectuais, engrandece. Sou espírita e tenho um amigo Adventista de Sétimo Dia e nossas coversas são incríveis.
 
 
E falar sobre sexualidade então... Tenho amigos gays que contribuíram muito para meu entendimento sexual e ainda o fazem por serem pessoas abertas e inteligentes. Com meus amigos posso discutir, discordar, desafiar e sou testada em minhas convicções também. É renovador para mim.
 
 
Adoro mulheres que se valorizam que lutam pelo direito de serem iguais e que gritam quando se sentem oprimidas, essa época já passou. É feio ter preconceito, é cafona discriminar. Tenho uma amiga que me ensinou demais o que é ser MULHER de verdade, feminilidade é muito mais do que fazer sexo, é opinião, é modo de vida.

Mas se tem uma coisa que eu tenho pavor é de movimentos estúpidos. Guerras sem coerência. Na boa? Em minha opinião um desses gritos que já está ultrapassado é a parada gay! Antigamente isso tinha motivo e era em uma data legal onde as pessoas mostravam para "que" lutaram e festejavam suas conquistas e igualdades, era legal. Hoje virou mais um motivo de algazarra.
 
 
Parada gay virou uma desculpa para se arrumar um parceiro para um "sexo" de fim de mês, virou carnaval. Não está certo isso, é banalizar o grito de guerra, é minimizar ele. Às vezes penso que alguns gays gostam de ser odiados pela sociedade e isso me entristece... Vejo vários homossexuais lutando ainda no seu dia a dia e os respeito tanto quando uma minoria usa de desculpa essa "guerra" para fazer festas. Não concordo!

Outra coisa... Passeata feminista? Ok sou mulher, luto diariamente pelos meus direitos indo trabalhar, indo estudar, batalhando por uma vaga melhor em meu currículo e melhor salário, com reconhecimento e do nada uma leva de mulheres saem as ruas protestando por liberdade? E o respeito às outras pessoas?
 
 
Não foi um nem dois que vi reclamando do transito no dia de ontem no Rio de Janeiro. Pessoas precisando chegar em seus empregos, mulheres na correria do dia a dia que tiveram que mudar sua rota porque outro bando de mulheres gritavam impedindo o trânsito. Isso é respeito?
 
 
Guerras sem organização, guerras feitas por fazer e sem "alma", isso eu sou contra. Mas sempre serei a favor dos direitos iguais e isso deve ser respeitado tanto por héteros, brancos, homens e católicos quanto para gays, negros, mulheres e espíritas.

É o Apocalipse

Eu sempre falo, não posso entrar no site do G1 que saio de lá com algo bizarro para mostrar a vocês!
Dessa vez foi essa matéria: Homem grávido se separa da esposa
  
Conhecido mundialmente como "homem grávido", Thomas Beatie anunciou a separação de sua esposa, com quem estava casado há nove anos, segundo reportagem do jornal "Daily Mail".
Ele mudou de sexo aos 24 anos e é legalmente homem. Mas mantém os órgãos sexuais femininos.

Quando era mulher, se chamava Tracy Lagondino.
Em abril de 2008, em entrevista à apresentadora Oprah Winfrey, Thomas disse que, para ele, "a necessidade de ter um filho não é um sentimento masculino ou feminino, mas humano". "Sou uma pessoa e tenho direito de ter um filho biológico", disse ele na época.



A criança vai aprender na escola que nos seres vivos quem engravida é sempre a fêmea, com exceção dos cavalos marinhos! Depois de muita dúvida e pesquisa vai descobrir que seu pai não é um cavalo marinho e sim uma mulher que virou homem, mas que ainda tinha vontade de fazer coisas de mulher! Vai entender!

Quero ver os filhos dele assistindo uma aula de anatomia daqui uns anos! Hahahaha

Boa semana a todos!


Lésbicas e Homens Pelados

Quem tem blog sabe que nas nossas estatísticas aparecem as palavras chaves que trazem as pessoas até nós e acreditem, xomo o título já diz essas são as duas palavras que o Google mais manda para mim! ¬¬

Adoro homens pelados, mas nunca postei nenhum aqui! Acho que a fama se deve a esse post AQUI só que mais propriamente dito a essa foto:
Tá é ótima!
Já as lésbicas sim, fiz um post uma vez que falada da enorme estatística entre elas e doenças sexuais (podem ver AQUI) e deu um ibope bem grande.

Interessante como essas ferramentas funcionam, você entra no Google querendo ver pornografia e cai em um blog de uma chata que critica tudo e mais um pouco (hahaha), deve ser frustrante para esses tarados de plantão né?!
Aposto com vocês que esse post vai “bombar” até, porque coloquei essa foto de novo e por causa do título, adoro causar, mas os tarados vão perder viagem novamente, coitados.
Ahh tem bastante gente atrás de coisas de terror e estranhamente (não sei mesmo o porquê) no Halloween minhas visitas aumentam... Louco né?! Hahaha

Mas o post que mais teve acessos até agora, foi outro e sabe qual é?! Ahh isso é assunto pra outro post, tenho uma reflexão sobre isso também (hehehe)

Beijinhos (Aguentem firme, a segunda- feira já já acaba)

Tal pai, tal filho gay


Algum tempo atrás eu estava conversando com alguns amigos e entramos em um assunto muito interessante. Primeiramente eu tenho que dizer que eram todos gays, todos assumidos e com suas profissões definidas (quer dizer, não eram moleques indecisos ainda).

A dúvida era a seguinte:

O PAI INFLUÊNCIA NA "ESCOLHA" DO FILHO EM RELAÇÃO A SUA HOMOSSEXUALIDADE?

Segundo eles (e para meu espanto) SIM. O simples fato de ser presente na vida do filho e também firme em relação as suas escolhas direcionando em caminhos desconhecidos, ajudando a formar opiniões e fortalecendo o laço de confiança já ajudaria (segundo eles). Não concorda? Veja só:

* Um dos amigos pegou o pai traindo a mãe quando era criança e nunca mais se falaram, consequentemente o pai era super ausente e não pode dar a atenção que um homenzinho em formação precisava, excesso de mimo da mãe - BINGO

* Outro amigo mal via o pai, ele viajava sempre (era motorista) e quando chegava só ficava com o outro irmão que era bem mais velho e motorista também? Coincidência? Afinidades profissionais - BINGO

* O terceiro amigo via desde criancinha o pai espanando a mãe e consolava a coitada depois que este saia para o bar. Sem querer mais uma coincidência e anos depois - BINGO

* Outro simplesmente não conheceu o pai, nunca teve essa figura masculina em casa, além de ter sido criado com mais duas irmãs, mulher demais ou apenas mais uma coincidência porque assim que teve idade pra entender - BINGO

* O quinto é o que foge a regra, pai presente, mãe também, cuidado com todo carinho (até excessivo às vezes - coincidência?) segundo ele próprio. Criado com uma família tradicional fugiu a regra e BINGO também.


Todos os cinco, GAYS, dos quais quatro com problemas com a FIGURA PATERNA. Agora pergunto, é mesmo balela isso ou tem algo a ver? Confesso que antes de entrarmos nesse assunto eu realmente não acreditava nisso, achei que o gay já nascesse gay e que nenhum fator seria possível para alterar isso, mas eles próprios chegaram a essa conclusão.

Eu fiquei muito confusa com isso e até hoje tento analisar pessoas próximas de mim das quais eu conheço a história e que são gays e estranhamente na sua maioria tem problemas com o PAI. Claro que isso não é uma regra, mas se contribui devemos analisar que alguns rapazes que são gays hoje, não o são por completa convicção. (sim, acredito que alguns são por rebeldia ou simplesmente para “aparecer”).


De qualquer forma acredito que independente do resultado das ações desses pais relapsos, a falta de preparo para ter um filho hoje é incrível (mas isso é tema para outro post). Ter um filho GAY, não é doença alguma e este deve ser tratado da melhor maneira possível e se a educação e dedicação dos pais podem ajudar um filho nisso porque não mudar? Ou vocês acreditam que todos eles gostariam de passar por tudo que passam por conta dessa opção? É doloroso, é confuso, sei por que convivi demais com eles rapazes e sei das dificuldades perante a sociedade (ainda injusta).

Sem homofobia no meu blog, por favor, qualquer comentário recheado de preconceito será apagado imediatamente, mas gostaria de saber de vocês, o que pensam sobre esse assunto? Acreditam que sejam somente coincidências todos esses casos?

Postado através de pedidos nas sujestões aqui no blog

Os números entre as lésbicas


Li uma reportagem de números alarmantes e que foi difícil de acreditar.
Hoje só engravida quem quer, só contrai HIV quem está afim porque existem milhões de redes de comunicação com informações transbordando em todos os cantos do mundo e em todos eles é tão bem explicado como evitar certas coisas que fica difícil não conhecer os métodos. Veja bem, não é bem assim.

A realidade é um pouco mais complexa e as pessoas nao têm todo esse acesso a todas essas milhões de redes. Mas essa reportagem além de afirmar isso tudo que nós recusamos ver trouxe também alguns dados que eu desconhecia.

A mulher heterossexual visita o médico com freqüência para ter acesso aos anticoncepcionais, um “privilégio” não vivenciado pelas mulheres gays, elas não se preocupam com métodos para evitar filhos, portanto não vão tanto aos médicos. Sem passar por tantas consultas, as lésbicas não têm o colesterol e a pressão arterial avaliados com tanta recorrência, o que compromete a rotina preventiva e por ai vai.

A Universidade de Pittsburgh publicou no Arquivo Internacional de Saúde Pública uma pesquisa onde os médicos entrevistaram 1.017 mulheres homossexuais. Na avaliação comparativa com as heterossexuais, eles encontraram 35,5% de lésbicas fumantes contra 20,5% heteros. No primeiro grupo 57,5% usavam álcool com frequência contra 44,6% na outra turma (o índice de alcoolismo ficou 4,7% contra 1,1%). Além disso, na faixa etária com mais de 40 anos, 93,3% das lésbicas nunca haviam feito mamografia frente ao índice de 85,1% da outra população


Esses resultados me surpreenderam porque a quantidade de mulheres homossexuais que são desinformadas e que necessitam de mais ajuda é grande, claro, mas e as heterossexuais? Olha a quantidade de mulheres que nunca fizeram uma mamografia? É desinformação demais.
Ainda na mesma pesquisa foi observado que os profissionais da rede de saude ainda têm duvidas de como instruir as suas pacientes lésbicas em relação a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Gente isso é um absurdo!

Um dos responsáveis pela pesquisa aponta alguns exames que precisam ser retrabalhados em todos os casos independentes da opção sexual, mas principalmente nessa relação como, por exemplo, o PAPANICOLAOU que muitas vezes podem ser considerados invasivos demais para mulheres que não têm penetração sexual ou são virgens porque esse é um dos medos apontados pelas lésbicas.


Fora isso essas mulheres sofrem com o preconceito da sociedade e acabam se fechando mais para tudo, misturando ainda a vergonha e a falta de informação faz com que as lésbicas concentrem os piores indicadores de saúde.


Acho que na época que vivemos isso é um pouco demais não é mesmo? Preconceito por conta de opção sexual já não cabe mais dentro de nós, passou da hora de superarmos isso! Alias passou da hora de superar todo e qualquer preconceito.
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