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[Livro] O casal que mora ao lado – Shari Lapena

Então eu “encontrei” esse livro na minha estante. Não sei de onde veio, não lembro de tê-lo comprado e nem ganhado, mas o fato é que foi mais uma das gratas surpresas que tive ao começar meu projeto #LendoOQueTenho ano passado (2017). 

Sinopse: É o aniversário de Graham, e sua esposa, Cynthia, convida os vizinhos, Anne e Marco Conti, para um jantar. Marco acha que isso será bom para a esposa, afinal, ela quase nunca sai de casa desde o nascimento de Cora e da depressão pós-parto. Porém, Cynthia pediu que não levassem a filha. Ela simplesmente não suporta crianças chorando.Marco garante que a bebê vai ficar bem dormindo em seu berço. Afinal, eles moram na casa ao lado. Podem levar a babá eletrônica e se revezar para dar uma olhada na filha. Tudo vai dar certo. Porém, ao voltarem para a casa, a porta da frente está aberta e Cora desapareceu. Logo o rapto da filha faz Anne e Marco se envolverem em uma teia de mentiras, que traz à tona segredos aterradores. 


Para começar, fazia muito tempo que eu não lia um suspense policial e isso contou pontos para meu envolvimento na trama e o outro detalhe bastante importante: O livro é MUITO bem escrito. 

Acredito que amantes do gênero não se surpreenda tanto com os desfechos na história, nem com as reviravoltas. Isso fica reservado para aqueles que não possuem muita experiência dentro dessas tramas, mas a forma como tudo vai acontecendo, a rapidez da narrativa e a profundidade dos personagens te arrastam para a ultima página sem que você perceba. 

Talvez o grande segredo dessa obra esteja aí: Os personagens. 

Você se importa verdadeiramente com eles ao ponto de confiar (quase cegamente) no que dizem. Por outro lado, alguns personagens podem despertar ódio, raiva e asco. Isso é que é profundidade! 


É um livro simples, mas com reviravoltas deliciosas e mesmo que você desvende algo antes, a forma como é contada compensa qualquer coisa. É uma obra de leitura rápida, mas não tão rápida quanto você desejaria, porque eu na página 40 já traçava teorias e me segurava para não espiar o último capítulo. 

Não posso dar detalhe algum sobre a obra, o plot é o que está na sinopse acima e é tudo que você pode saber antes de iniciar sua leitura. Aconselho que não procure nada pela internet, porque qualquer detalhezinho pode estragar a graça da trama. 

Para quem gosta de suspense policial, esse romance canadense é imperdível. Procurarei mais obras dessa autora, com certeza.

[Livro] A Caça - Jussi Adler-Olsen

Esse é o segundo volume de uma série que se chama Departamento Q. Os livros podem ser lidos fora da ordem, pois não há continuação. A história base (entre os investigadores) é bem sutil e o leitor não perde muito se começar pelo segundo.

O primeiro livro se chama "A Mulher Enjaulada" e tem resenha AQUI.

Sinopse: Ao retornar das férias, o detetive Carl Mørck, do Departamento Q, encontra em sua mesa os arquivos do caso Rørvig. Que estranho. O caso não havia sido encerrado? O assassino dos dois irmãos mortos na casa de veraneio não se entregara nove anos depois do crime? Quem teria colocado aqueles arquivos ali? Alguém parece querer que o caso seja reaberto e Carl Mørck morde a isca. As pistas que encontra levam o detetive à alta-roda, ao mundo do mercado de ações, da indústria da moda e da cirurgia plástica. E também às sarjetas mais imundas e sinistras de Copenhage, onde conhece Kimmie, uma moradora de rua atormentada por vozes e que precisa roubar para viver. Kimmie parece estar sempre fugindo. E de fato está. Três poderosos homens estão atrás dela e não medirão esforços para encontrá-la, pois Kimmie parece saber algo capaz de ameaçar o futuro deles. Algo que pode ter a ver com o caso antes encerrado, mas que, infelizmente para os três, acaba de ser reaberto pelo incansável detetive Mørk. 


Definitivamente, eu vou ler QUALQUER coisa que este escritor lançar. No quesito: POLICIAL, ele arrasa e prende o leitor da primeira à última página sem muito esforço.

Adaptação da obra.
Filme muito fiel ao livro!
A história é simples e é daquele tipo que já começamos sabendo quem mata, quem morre e quem está mentindo. A questão é COMO serão pegos e PORQUE um deles se rebelou contra os outros.

Anos atrás: Cinco amigos, completamente pirados, se uniram na adolescência, pois perceberam que havia algo que eles possuíam em comum: Todos adoravam torturar pessoas, espancar, humilhar, etc.

O grupo: herdeiros de famílias muito ricas, não se preocupavam com as punições, pois elas não os ameaçavam de forma alguma e isso faz com que a maldade desses adolescentes crescesse dia a dia. Até que...

Uma garota, a única do grupo, resolve se voltar contra eles. O motivo é avassalador e o leitor fica o tempo todo querendo descobrir o que se passa na cabeça dessa garota que cresce como uma mendiga e escuta vozes, além de carregar um embrulho precioso nos braços.

Ela parece se esconder de todos e fugir da própria sombra, mas tem algo muito fixo em sua mente: Vingança.

"— O divórcio vai sair caro, Ditlev. Você faz coisas estranhas. Quando os advogados estiverem envolvidos no caso, elas vão custar muito dinheiro. Seus jogos perversos com Ulrik e os outros. Por quanto tempo você acha que vou omitir isso de graça?".

Ao mesmo tempo acompanhamos o já conhecido detetive Carl, rabugento como sempre e seu subordinado Assad e toda sua alegria irritante. Ambos são atraídos para um caso já solucionado há anos que aparece, misteriosamente, no famoso Departamento Q e exige ser reaberto.

O caso é justamente um duplo assassinato que envolveu aquele grupo de adolescentes, mas acontece que um deles já havia confessado o crime, inocentado os outros todos.

Quem está enviando arquivos desse caso aos detetives?

O livro te coloca em uma posição estranha. Até onde o ser humano pode ir antes de se arrepender pelos crimes cometidos? É possível um assassino frio e perverso entender que o que faz é errado? Existe redenção para isso?

O crítico do "The New York Times" nos avisa logo na capa:

“A criatividade de Jussi Adler-Olsen para cenas de violência é inigualável” 

E ele tem razão. Olsen não mede palavras. Ele parece tão feliz em nos chocar, quanto os assassinos em matar, naquela trama. As cenas são narradas com maestria e me peguei prendendo a respiração, diante de tanta brutalidade. A narrativa é incrível. Impossível largar a obra sem ficar pensando nela.

"Ditlev tinha que se segurar para não matar a vítima. Ulrik era diferente. A morte, na verdade, não o interessava. O que o excitava era o espaço vazio entre a potência e a impotência, e era exatamente lá que sua vítima se encontrava naquele momento".
Carl e Assad
Os personagens são os melhores. Tanto os bons quanto os ruins. Em relação aos detetives, já falei na resenha de "A Mulher Enjaulada" e repito aqui: Me apaixonei pelo Assad. Ele é um árabe muito interessante que chega a Dinamarca e é contratado para ajudar Carl, mas nada ao redor dele é muito claro. Sem falar que ele possui habilidades interessantíssimas e contatos ainda mais suspeitos do que sua procedência. Mas o bom humor dele... Ah, é apaixonante!

Os vilões dessa obra são outro ponto positivo. 
Um fato interessante aconteceu: Li e resenhei a obra "Laranja Mecânica" (LEIA AQUI) ao mesmo tempo em que lia essa obra aqui e o bacana é que os adolescentes dessa trama assistiam ao filme do Kubrick o tempo todo, porque adoravam aquela violência. Eles mantiveram esse costume até depois de adultos e muitas emoções que eles demonstram são bem parecidas com as do Alex de Laranja Mecânica.

O gosto pela violência. O desprezo pela lei e a união entre os amigos que parecem se venerar entre si, onde se colocam em pedestais, acima de todos.

"Eles assistiram ao filme inúmeras vezes. Sem ele, a vida não seria a mesma. A primeira vez que viram Laranja mecânica foi no internato, nos primeiros anos".

Isso deu uma profundidade enorme à obra, pelo menos para mim e me fez mergulhar ainda mais fundo na trama.

"— A escolha é sua. Pular ou levar um tiro. São cinco andares até lá embaixo. Se pular, você tem boas chances de sobreviver. Os arbustos, você sabe. Não é por isso que eles são plantados tão próximos do prédio?".

Leiam! Literatura dinamarquesa me pareceu algo para se ficar de olho. Vou procurar outras coisas dessa mesma procedência.



[Dicas] Ler e ver - CSI

A DarkSide criou uma série de livros e chamou de FILMES PARA LER ( terá uma resenha de um deles aqui, em breve) e eu adorei a ideia. Então naquela famosa arrumação da minha estante encontrei estes 3 exemplares aqui:


Notem que um deles é repetido, mas em inglês, o que foi ótimo para treinar, já que eu li o original e quando não entendia algo ia para a tradução, me salvar. 

CSI se mostrou eletrizante, tanto na tela, quanto nas páginas. O ritmo das histórias é exatamente o mesmo. E notem que estou falando do CSI Las Vegas que sempre foi meu preferido dos 3 que existem: CSI Nova York e CSI Miami (este último parece ter conquistado muita gente também).


Mas eu sempre achei a interação do pessoal de Las Vegas muito mais natural e divertida. Os personagens sempre me atraíram mais, e nos livros senti a mesma coisa. É delicioso ler imaginando os atores. Adorei.

Recomendo muito essa leitura (que não é da DarkSide - Só citei isso porque lembrei da ideia deles) para quem curte leituras rápidas e cheias de mistério. É um livro policial cheio de detalhes de perícia e deduções incríveis.


Grinsson é muito bem descrito aqui e o resto do elenco também, mas ele é e sempre será meu preferido, com aquela neura por insetos *adoro*.

Se não me engano, tem outro livro dessa mesma série que eu não tenho, mas os casos são independentes, assim como na televisão. Não existe muita ordem para os livros. 

Deixem aí nos comentários suas preferências de séries, quem sabe eu não venha falar sobre elas por aqui!

[Livro] A mulher enjaulada - Jussi Adler Olsen

Comprei esse livro há mais de um ano e o guardei na estante. Sabe aquelas “heresias” que cometemos de vez em quando? Essa foi uma delas. Lembro que li o primeiro capítulo, em pé, na livraria e me apaixonei pela trama bem ali, mas ao chegar em casa acabei deixando de lado por conta das outras leituras e o livro foi ficando...

Esses dias, eu resgatei vários desses, perdidos, da minha estante e decidi que estava na hora de me redimir com A Mulher Enjaulada. Qual foi minha surpresa quando, já no começo da leitura, não consegui – mais uma vez – largar o livro.



Sinopse: No auge da carreira política, a bela e reservada Merete Lynggaard desaparece. As investigações que se seguem não rendem muitas informações à polícia, levando ao arquivamento do caso. Passados alguns anos, o detetive Carl Mørck, responsável pelo recém-criado Departamento Q — uma seção para casos importantes não solucionados — é encarregado de descobrir o que, afinal, aconteceu a ela. Então, com seu assistente, Assad, ele inicia uma busca pelos rastros desse mistério e, para isso, Carl precisa vasculhar o passado de Merete, guardado a sete chaves, para descobrir a verdade.



Classificação: 

Tudo começa com uma mulher, presa em algum lugar, no escuro total, sem entender nada e sem sabe por que está lá. O livro é contado em terceira pessoa e intercala entre o tormento dessa mulher presa e o dia a dia de um investigador de polícia que acaba de sofrer um atentado.

Depois de algum tempo, começou a se sentir lúcida, e então o medo apoderou-se dela como uma infecção. Sua pele tornou-se quente, o coração começou a bater descompassadamente. Os olhos, cegos pela escuridão, piscavam nervosos. Ela tinha lido e visto tantas coisas horríveis...

A obra é dinamarquesa e o governo do país decide criar um departamento chamado “Q” que trabalhará, exclusivamente, para solucionar casos arquivados. Casos antigos e mal estudados. É uma jogada política que irá disponibilizar uma verba enorme a fim de elevar as estatísticas no país.

Carl Mork é o tal investigador do livro e de cara eu já gostei dele. Um homem que tinha a equipe perfeita, mas que sofreu um atentado em um de seus casos e perdeu um de seus companheiros e o outro está em péssimas condições no hospital e ficará paralitico para o resto da vida. Acontece que esse caso o consumiu e fez de Carl uma pessoa bem amarga. Resultado: Ninguém gosta muito dele. (só eu...rs)

A criação do Departamento Q parece um céu para os chefes de polícia que nomeiam Carl como responsável e arrumam para ele uma salinha horrorosa no porão, a fim de se livrar dele e, de quebra, aproveitar a verba que receberão. Mas Carl é genial e não será tão fácil enganá-lo.

Vou ter muita coisa para fazer, Marcus. Nós temos que apresentar resultados, não é verdade? O Parlamento vai querer saber como aplicamos o seu dinheiro, não acha? Eram quantos, oito milhões? É realmente muito dinheiro.

É assim que ele consegue um carro, vários objetos para sua péssima sala, uma porta (sim, ele não tinha nem porta e um ajudante e esse sim me conquistou. Assad é um cara muito interessante: Quieto, responsável, determinado e muito experiente às vezes. Carl sabe pouco do seu passado e se assusta com algumas coisas que Assad fala, como se ele tivesse muita experiência. O legal é que ele pediu asilo político à Dinamarca há pouco tempo e tem algumas coisas que ele ainda não entende direito. As confusões dele são ótimas.

O café de Assad era uma alarmante e potente experiência, que acabou com o sono de Carl, provocando a desagradável sensação de sangue correndo descontroladamente por suas veias. Foi isso que o levou a finalmente começar a folhear as pastas.

Os dois formam uma dupla deliciosa de acompanhar e com a determinação de Assad começam a trabalhar em um caso, arquivado há 5 anos de uma mulher que desapareceu de um navio, sem explicação alguma. Seu nome é Merete.

As partes da mulher enjaulada são bem apavorantes. Algo que não dá para explicar de forma fiel aqui em resenha. Só lendo para sentir a angustia que é ficar presa em um lugar, no escuro completo sem saber o que virá no próximo segundo. A tortura psicológica é uma das piores também e quando você acha que está tudo horrível e não dá para ficar pior... tudo piora:

— Feliz aniversário, Merete. Meus parabéns pelos seus 32 anos. Sim, hoje estamos no dia 6 de julho. Você está aqui há 126 dias e nosso presente de aniversário será deixar a luz acesa durante um ano”.

Ela sofre muito e o leitor se sente igualmente perdido quando os capítulos dela chegam. É aquela situação em que eu não sabia qual história eu preferia ler. Quando chegava ao fim da narrativa dela e pulava para a realidade do investigador eu xingava e pensava até em pular as páginas, querendo ficar ali, naquela jaula com Merete, mas ao passo que Carl e Assad progrediam na investigação e o capitulo deles acabava eu queria continuar com os dois e não voltar para a jaula. 

É uma leitura rápida e dinâmica. Cada página é uma peça de um quebra-cabeça político muito bem arquitetado. Merece cada uma das 5 estrelas possível para uma nota.

Curiosidade: O Departamento Q é uma série, descobri isso ao terminar essa leitura. Existe mais um livro desse investigador e seu assistente e eu espero que no próximo falem mais sobre o passado de Assad, me apaixonei por ele de verdade!

O segundo volume é esse:

Sinopse: Ao retornar das férias, o detetive Carl Mørck, do Departamento Q, encontra em sua mesa os arquivos do caso Rørvig. Que estranho. O caso não havia sido encerrado? O assassino dos dois irmãos mortos na casa de veraneio não se entregara nove anos depois do crime? Quem teria colocado aqueles arquivos ali? Alguém parece querer que o caso seja reaberto e Carl Mørck morde a isca.
As pistas que encontra levam o detetive à alta-roda, ao mundo do mercado de ações, da indústria da moda e da cirurgia plástica. E também às sarjetas mais imundas e sinistras de Copenhage, onde conhece Kimmie, uma moradora de rua atormentada por vozes e que precisa roubar para viver. Kimmie parece estar sempre fugindo. E de fato está. Três poderosos homens estão atrás dela e não medirão esforços para encontrá-la, pois Kimmie parece saber algo capaz de ameaçar o futuro deles. Algo que pode ter a ver com o caso antes encerrado, mas que, infelizmente para os três, acaba de ser reaberto pelo incansável detetive Mørk.

E o bacana é que esse segundo volume tem uma adaptação para o cinema. Já estou com o livro e o filme aqui e logo tem resenha. Já me disseram que este é melhor que o primeiro e se isso for verdade, vou pirar no meio da leitura, certeza!

Olha o trailer de A CAÇA:


Foi liiiindo dar uma imagem aos dois investigadores desse livro. Carl e Assad são geniais juntos no livro e espero que no filme sejam assim também!




[Livro] - Sete dias em River Falls

Romance policial com todos os aspectos necessários para uma boa história, que pecou em alguns aspectos e acertou muito em outros.

Livro no SKOOB
Aqui não há muitos mistérios por isso perdeu um estrela, mas ainda assim me fez seguir até a última frase sentindo certa ansiedade. Isso já é ótimo negócio.

Perdeu sua segunda estrela por conta das histórias paralelas à investigação que se estendiam tediosamente por inúmeras páginas e não tiveram um propósito real no final das contas.

A história: Logan e Hurley se reencontram em uma pequena cidade para resolver um caso alarmante após terem rompido um sólido relacionamento.

A tensão entre eles é deliciosa, despretensiosa e instigante. Enquanto Logan é um xerife explosivo e agressivo, Hurley é uma psicóloga forense altamente treinada e competente. Os dois se conhecem muito bem, não só pelo romance, mas também pela convivência profissional de anos.

Tudo começa quando duas garotas são brutalmente assassinadas e torturadas. Aparentemente, no campus onde elas estudavam, existe outra garota, chamada Sarah que pode ajudar em algo, mas assustada resolve se fechar e esconder os fatos.

Sarah tem uma turma de amigos e sua relação fútil e desinteressante com todas elas fez esse livro ficar com três estrelas. Conversas vazias entre garotas extravagantes e rapazes levianos me fizeram pensar várias vezes: Qual a finalidade desses jovens na história? Venha logo, assassino, mate todos eles, por favor!

Hurley é incrível, perspicaz e viva. Sua intuição trabalha rápido e ela confia cegamente em seus instintos. Logo de cara os policiais encontram um culpado, mas ela não se sente satisfeita, existe algo mais aí e não deve ser deixado de lado. Essa é a parte legal da trama, Hurley age exatamente como queremos e não se deixa abater pela ansiedade de Logan.

"Hurley estava aliviada. Sabia que a coisa que as pessoas mais detestam no mundo é serem postas diante de si mesmas".

O xerife por sua vez não decepciona, cai de soco, esbraveja e mete os pés pelas mãos o tempo todo. Parece estupidez da parte dele, mas é ótimo de acompanhar. Apaixonei-me por ele e toda sua força. Adoro personagens extremos, pois parecem mais reais para mim.

Autor Alexis Aubenque
PS: Este livro vai entrar no nosso Desafio Literário no tópico: QUE CONTENHA NÚMEROS NO TÍTULO.

Já o culpado não fica muito tempo escondido nas sombras, logo passamos a acompanhar sua história de vida, através de lembranças e aos poucos ele vai se encaixando na história toda e seus pensamentos e ideias são interessantes.

“Quando as leis são injustas, é dever do cidadão não respeitá-las”.

O final foi ótimo, me deixou com aquela sensação de que se tivessem mais cinco páginas eu não acharia ruim, sempre gostamos de ver o beijo da vitória né?

Mas alguns aspectos muito importantes deixaram de aparecer, não sei se foi de propósito, mas como esse livro não tem continuação, eu encarei como uma falha e podem acreditar que NÃO são SPOILERS:

1- Qual o motivo do rompimento entre Logan e Hurley no passado? Não interfere na história, mas ele faz tanto segredo e nem mesmo Hurley sabe o motivo! Isso me deixou chateada, eu precisava saber, poxa!

2- As duas crianças do começo do livro, merecia um desenrolar melhor, algo mais sólido, um deles ainda estava vivo, ninguém se lembrou deles no final das contas?

3- Os outros suspeitos do crime foram, obviamente, inocentados, mas nenhum deles era de fato inocente. Como ficaram? Soltos?

Enfim, o livro é bom, mas contém erros irritantes. Mesmo assim recomendo por ser um policial de qualidade. Não sei por que, mas tenho a impressão que esses dois policiais ainda vão aparecer em outros romances...


Sorteio do Halloween 2014

Ah, o décimo mês do ano!

Que delícia ter a desculpa do Halloween para falar sobre todos os assuntos macabros que eu tenho vontade. É a época que, mas me divirto aqui no Blog escrevendo para vocês e também é a época que mais me divirto lendo comentários de leitores assustados.

Desculpe-me, os sensíveis, mas OUTUBRO é um mês sagrado para mim. Preparei uma sequencia de posts que começarão a “pipocar” por aqui e pretendo assustá-los e encantá-los na mesma medida.

E para começar, vou lançar um sorteio para presentear quem passar por aqui! Os prêmios serão 2 exemplares do meu livro: O ACUMULADOR DE TROFÉUS que mandarei autografado diretamente para sua casa.

Sim, você terá DUPLA chance de ganhar!

Vou dar muitas opções no formulário e agradeço quem divulgar por aí. Preencha-o o máximo que puder e boa sorte! Vamos fazer desse mês uma grande festa!


Aproveite o sorteio! 
Os posts de Halloween começam no dia 6/10.

[Livro] - Jonas vai morrer

Livro no Skoob
Jonas Vai Morrer é o segundo romance do escritor Edson Athayde e primeiro romance da nossa nova parceria Chiado Editora de Portugal. (Sim, estamos atravessando o oceano já!).

O livro é bem poético, com reflexões sobre a história do país (Portugal) e sobre nuances da vida, contada por um narrador misterioso. Em minha opinião a história se arrasta um pouco, mas a trama compensa.

Tudo começa com Pedro, um homem curioso que gosta de ler acima de tudo, que sonha com palavras e as repete para si apaixonado não pelo significado apenas, mas também pelo seu som.

Em busca de mais leituras, Pedro encontra um caderno (que mais parece um diário) com um relato em que nos apresenta Jonas e é aí que a trama começa.

Logo no início já é anunciado que o tal Jonas vai morrer e a narração fica cheia de mistérios e dicas que nem sempre são o que parecem. A partir daí, a obra assume um suspense que poderia ser encarado como um romance policial se não parecesse tão filosófico.

A obra é bacana. Trás reflexões em quase todas as páginas e talvez por isso eu tenha me cansado um pouco, mas conheço pessoas que adoram romances assim. De certo modo, a história é interessante e vale a pena ser lida. Recomendo.


Recomendo também que curtam a página da Chiado Editora (AQUI), pois sempre tem umas postagens interessantes para quem ama literatura.


Enfim, é isso! Visitem o site da editora (AQUI) e fiquem por dentro das novidades literárias do outro lado do Atlântico também!

Resenha - Desaparecidas + Um erro meu!

Eu tenho vontade de me afogar na privada quando faço uma besteira dessas que eu fiz com esse livro!


Então vamos começar nosso ano de resenhas com uma das minhas maluquices!
Desaparecidas foi-me indicado pelo escritor Stephen King (Hahaha até parece que somos amigos, mas ele indicou mesmo - está escrito na capa - e eu vi então...), o problema é que ele não falou que este é o quinto livro de uma coleção que descobri que tem até o nono escrito!

Maldito Stephen King!

Sacanagem né?! Mesmo assim farei a resenha porque pelo que pude perceber eles são independentes e dá para entender a história perfeitamente, portanto lá vai:

Tess Gerritsen é a escritora dessa obra que na foi adaptada para a TV americana e leva o nome de Rizzoli & Isles (nome da policial e da legista do livro) e é muito aclamada no exterior!



A história é intrigante do começo ao fim.

Depois de várias necropsias a Dra Isless se prepara para ir embora, mas escuta um barulho que a faz voltar e para seu espanto, o barulho vem dos sacos de cadáveres.

Mesmo apavorada com o clichê da situação ela vai até o corpo e  abre o saco encontrando apenas uma mulher de pele gelada e lábios roxos e o corpo quase congelado,  mas cadáver abre os olhos.

Isless quase morre, mas se recompõe e leva a desconhecida para o hospital com urgência, os repórteres ficam em polvorosa querendo saber como ninguém havia reparado que o cadáver estava vivo. A Dra. Isles tem que aguentar todos aqueles jornalistas em seu pé e acaba resolvendo falar com apenas um Peter Lukas.

Enquanto isso a mulher desconhecida transforma o hospital em um verdadeiro caos. Mata um segurança, foge para outra ala fazendo alguns reféns, entre eles uma paciente em trabalho de parto, a detetive Jane Rizzoli.

A policia se mobiliza e até o FBI entra no caso, mas parece querer que o caso se encerre rapidamente.
Com pouco tempo os detetives, um deles marido de Rizzoli que está sendo mantida refém com a mulher misteriosa, acaba descobrindo que esse não é um caso qualquer, pois envolve pessoas poderosas que querem a morte de todos dentro daquele hospital e os reféns são a última preocupação deles.

Como lidar com o poder do FBI? Como combater homens perigosos e salvar os reféns?  Ah a série: É bem famosa também! Já estou começando a assistir!

Lindas né?! Stephen King espertinho!
É isso aí, para quem curte começar uma coleção já no quinto volume é até uma dica boa né?!  hahaha

Um brinde ao sucesso

Hoje faz exatamente duas semanas que meus livros chegaram e em uma contagem rápida constatei que já vendi mais de 1/3 do estoque.

Isso para mim significa duas coisas:

1- Tenho amigos e leitores excelentes que me apoiam em projetos novos e sonhos, mesmo que possam parecer loucos no início, mas que se conservaram ao meu lado!

2- Estou fazendo algo certo.

É impressionante como a "coisa" anda a passos largos para frente quando fazemos o que amamos de verdade. 

Sinto o maior prazer em escrever e poder observar meu livro viajando pelo país inteiro e até para fora faz meu coração bater mais alegre!

Esse é meu OBRIGADA a todos os amigos que compraram meu livro e curtiram minha página me impulsionando ainda mais! 

Valeu gente! Obrigada por compartilhar minhas notícias me fazendo entrar em cantos diferente por essa internet a fora.

Esse é meu primeiro sonho realizado!


Não esquece, no meu site não tem apenas o livro, tem contos também e agora já são 3! Passa lá,  são baratinho e super divertidos. 

Ajude uma escritora crescer! LEIA! 







Lançamento do meu livro!


Sim! Finalmente estou publicando meu livro. Foram 3 editoras e muitos problemas até encontrar a tampa para a minha panela com um novo selo chamado Boemia Urbana do meu grande amigo Jim Carbonera e voilá!

Parece fácil, mas foram exatamente 11 meses lutando para esse lançamento e publicar de forma independente tem suas dificuldades ampliadas ao máximo.

Um dia conversando com o escritor André Vianco (Sou mega fã dele), perguntei, porque ele não abria uma editora e ganhava mais dinheiro já que em cada tiragem dele saem 60 mil livros e ele me disse que não queria se preocupar com a produção dos exemplares!

Achei exagero dele, mas agora vejo que ele tem toda razão! A produção de um livro é incrivelmente complicada e tudo pode dar errado sempre. Sem falar que encontrar a qualidade que ande junto com o preço justo é QUASE impossível.

Mas encontrei os parceiros certos! Desde a produção até a impressão e 3 queria listar aqui:


André Mansim que lia cada folha que eu escrevia dando seus “pitacos” valiosos, devolvendo tudo com criticas e elogios que me impulsionavam além de cobrar DIARIAMENTE mais e mais páginas! Sem ele eu teria parado na metade e me afogado na privada!

Jim Carbonera que me pegou na sarjeta com um livro impresso nas mãos e muitos problemas nas costas, além de já estar falida! (Hahahahaha). O Jim me deu dicas desde o começo e apresentou parceiros valiosos além de cuidar da diagramação da minha obra com um carinho enorme. Organizou códigos e registros e me acolheu no Bohemia Urbana que é o selo que me publica. Um escritor incrível, eu sou fã dele!

Wesley Teixeira que viu oque eu não vi nas 8 vezes que eu li meu livro! Isso por si só já seria digno de aplausos, mas esse cara fez muito mais! A capa foi por conta dele (e como eu o fiz sofrer!). Acho que ele é meu anjo da guarda porque ninguém me aguentaria com tanto carinho e alegria como ele faz! Além disso, ele criou um site onde venderei meus livros e deixou tudo com a minha cara! Definitivamente ele é a pessoa que esteve ao meu lado o tempo todo!

Ainda preciso citar a Elise Machado, minha revisora e escritora excelente que me deu a alegria de fazer parte desse sonho. Acho que a qualidade da revisão em uma obra é o que mais dá trabalho e com ela me senti segura! Ah, tem também a Milene do blog Inquietude que leu a obra pelo computador (sofrida ela coitada) e comigo cobrando o tempo todo a sua opinião!

Hahaha eu dou trabalho gente, mas vocês notaram que só trabalhei com pessoas que eu sou fã?! Essa foi minha sorte e por isso o trabalho saiu assim, perfeito!

***

Então cheguem em casa ontem e dei de cara com isso:


A alegria de receber meus próprios livros é imensa e foi maior ainda quando aproximando, pude ler isso:


Recadinho da “Mamis” que chorou de alegria quando abrimos as caixas!


O resultado não poderia ser melhor, tudo está perfeito e o resultado eu espero que cada um de vocês comprove pessoalmente! 

Quer conhecer meu livro? 
Quer comprar e presentear alguém?

SIM! Ele já está à venda e no site que meu amigo fez pra mim! 

Corre lá... É só CLICAR AQUI!



Você vai saber por quê - Do escritor e amigo André Mansim


Hoje estou feliz demais! Venho trazer para vocês uma resenha especial.    \O/

Especial por se tratar de um livro muito bom e ainda por cima que foi escrito por um amigo meu. É bom demais isso né? Motivo de orgulho!

Alguns de vocês devem conhecer o André Mansim do blog Verdades e Bobagens. Sim, é ele mesmo que depois de muita luta conseguiu o tão sonhado reconhecimento de uma editora que está publicando sua obra! 

Então vamos à resenha:

Tive o prazer de participar da construção dessa obra que foi delineada pelo André com total firmeza e paixão. Ele realmente se entregou a esses personagens e cada um contém algo de sua personalidade.

O livro começa com um assassinato brutal que trás para a investigação dois investigadores experientes. O que podemos ver logo de cara é um crime óbvio amplamente facilitado para a polícia porque o principal suspeito ainda está na cena do crime, desmaiado. Algo surreal!

A loucura começa aí. Nada é realmente o que parece e o escritor nos joga de um lado para o outro dentro de um submundo do crime e de uma penitenciária além do dia a dia de uma delegacia, nos deixando confusos até a última folha.

Fausto – o suspeito – É preso jurando inocência e passa a conviver com detentos assustadores dentro da cadeia. Por algum motivo os investigadores acreditam nele e resolvem investigar mais a fundo o crime que inicialmente parecia obvio, mas que realmente esconde alguns fatos.

Em quem acreditar? Quem fala a verdade durante o tempo todo? Alguém é realmente honesto nessa história? 

Ao mesmo tempo em que morremos de pena de Fausto preso, ficamos com a pulga a trás da orelha pelos fatos que vão aparecendo. O tempo todo, os investigadores topam com personagens que parecem esconder algo. É um verdadeiro jogo! Esse é basicamente o cenário do livro Você vai saber por quê!

Ah, os investigadores são um espetáculo à parte. Alberto e Teixeira conseguem nos cativar por todos os lados com suas personalidades opostas e a amizade dele é deliciosamente hilária. Duas pessoas com características marcantes e histórias interessantes!

Além deles, aparecem outros personagens que nos cativa demais durante a narrativa. E não pense que só nós leitores nos envolvemos com eles, quem os cria sofre e se alegra com o desenrolar da história também.

Enfim, é difícil fazer resenha de uma obra com tantas reviravoltas. É praticamente impossível não deixar escapar nenhum SPOILER e eu acho que consegui! Hahaha

Leiam galera! Vale a pena e pelo que estou vendo esse livro...

É só o começo!

***

Onde encontrar o livro? 

Escolha uma das opções abaixo e SE JOGA!









Post 2 x 1 - Minha caixa de correio + Resultado do sorteio

Esse mês de julho foi recheado para mim. Fiz muitas trocas e compras de livro e o correio apareceu diversas vezes aqui em casa.

Então aproveitei e peguei os que eu farei resenha esse mês de agosto para mostrar para vocês.


Inveja: Quando a jovem Katelyn Berkley é encontrada morta em sua casa, a pequena cidade de Port Gamble, em choque, tenta entender o que aconteceu. Os sinais de suicídio são evidentes, mas o que todos querem saber é o que teria levado uma jovem de apenas quinze anos a acabar com a própria vida. Num dia ela era como outra adolescente qualquer, e, no dia seguinte, estava na mesa do necrotério. As irmãs Taylor e Hayley Ryan, vizinhas e ex-melhores amigas de Katelyn, têm indícios, obtidos de maneira nada convencional, de que o que aconteceu com ela pode ter sido um assassinato, e não um suicídio. As duas garotas saem em busca da verdade e se deparam com um segredo escondido a sete chaves por seus pais.

O Silêncio das montanhas: O romance traz como protagonistas os irmãos Pari e Abdullah, que moram em uma aldeia distante de Cabul, são órfãos de mãe e têm uma forte ligação desde pequenos. Assim como a fábula que abre o livro, as crianças são separadas, marcando o destino de vários personagens. Paralelamente à trama principal, Hosseini narra a história de diversas pessoas que, de alguma forma, se relacionam com os irmãos e sua família, sobre como cuidam uns dos outros e a forma como as escolhas que fazem ressoam através de gerações. Do mesmo escritor de “O caçador de pipas”  o escritor afegão Khaled Hosseinie explora as maneiras como os membros sacrificam-se uns pelos outros, e muitas vezes são surpreendidos pelas ações de pessoas próximas nos momentos mais importantes.

Identidade roubada: Era para ser um dia como outro qualquer na vida de Annie O’Sullivan. A corretora de imóveis levanta da cama com três objetivos: vender uma casa, fazer as pazes com a mãe e não se atrasar para o jantar com o namorado. Naquele domingo, aparecem poucas pessoas interessadas em visitar o imóvel. Quando Annie está prestes a ir embora, uma van estaciona diante da casa e um homem sorridente vem em sua direção. A corretora tem certeza de que será seu dia de sorte. Mas o inferno está apenas começando. Sequestrada por um psicopata, Annie fica presa durante um ano inteiro em um chalé nas montanhas, onde vive um pesadelo que deixará marcas profundas.

Hum... Tem livro repetido na foto?! Já sabem o que significa né? Um deles vai para vocês e organizarei um sorteio bacana.


Morte Súbita: Quando Barry FairBrother morre inesperadamente aos quarenta e poucos anos, a pequena cidade de Pagford fica em estado de choque. A aparência idílica do vilarejo, com uma praça de paralelepípedos e uma antiga abadia, esconde uma guerra. Ricos em guerra com os pobres, adolescentes em guerra com seus pais, esposas em guerra com os maridos, professores em guerra com os alunos… Pagford não é o que parece ser à primeira vista. A vaga deixada por Barry no conselho da paróquia logo se torna o catalisador para a maior guerra já vivida pelo vilarejo. Quem triunfará em uma eleição repleta de paixão, ambivalência e revelações inesperadas? Com muito humor negro, instigante e constantemente surpreendente, Morte Súbita é o primeiro livro para adultos de J.K. Rowling, autora com mais de 450 milhões de exemplares vendidos.

O entregador de bonecos: Chegou a hora de acreditar em mim, quer você goste ou não. E, quando tudo acontecer, não sinta medo. O que irá ver é real, e não fruto de sua imaginação. "Eles" querem que você os leve para as crianças. Saberá onde encontrá-las. Os bonecos vão lhe mostrar. Confie neles. São seus amigos. Criei-os com todo amor, muito mais do que você pode imaginar. Se os bonecos pedirem sua ajuda, não recuse. Compartilhe-a com eles." Depois do estranho pedido feito por sua avó, pouco antes de morrer, David Forlin, agora sozinho no mundo, se vê diante de uma importante missão. Custasse o que custasse, cumpriria a promessa feita à avó: entregar os cinco últimos bonecos criados por ela às crianças eleitas, que viviam em diferentes estados da América do Norte. Nesta longa e obscura jornada de David, sempre acompanhado pelas lembranças de sua vida e de seu grande amor, ele tem a oportunidade de, na breve convivência com cada uma das crianças escolhidas para receber os bonecos, emocionar-se com elas e aconselhá-las, chamando sua atenção para os verdadeiros valores humanos e para o poder do amor, da fé, da esperança e do sonho. Uma verdadeira lição de vida.

Agora esses outros dois eu já li e daqui uns dias farei resenha, são muito bons e tenho certeza que vocês irão gostar.


Amante meu: Nas sombras da noite de Caldwell, Nova York, desenvolve-se uma furiosa guerra entre os vampiros e os seus assassinos. Há uma Irmandade secreta, sem igual, formada por seis guerreiros vampiros, defensores de sua raça. Enquanto eles defendem a raça dos redutores, a lealdade de um vampiro especial será posta a prova - e sua perigosa natureza será revelada... John Matthew já percorreu um longo caminho desde que foi encontrado vivendo entre os humanos, mas de natureza vampira desconhecida. Recolhido pela Irmandade, ninguém poderia adivinhar qual é sua verdadeira história ou sua real identidade. A bela Xhex lutou contra a atração que sentia por John, mas o destino provou aos dois que o amor é inevitável.

Ratos: Shelley e a mãe foram maltratadas a vida inteira. Elas têm consciência disso, mas não sabem reagir — são como ratos, estão sempre entocadas e coagidas. Shelley, vítima de um longo período de bullying que culminou em um violento atentado, não frequenta a escola. Esteve perto da morte, e as cicatrizes em seu rosto a lembram disso. Ainda se refazendo do ataque e se recuperando do humilhante divórcio dos pais, ela e a mãe vivem refugiadas em um chalé afastado da cidade. Confiantes de que o pesadelo acabou elas enfim se sentem confortáveis, entre livros, instrumentos musicais e canecas de chocolate quente junto à lareira. Mas, na noite em que Shelley completa dezesseis anos, um estranho invade a tranquilidade das duas e um sentimento é despertado na menina. Os acontecimentos que se seguem instauram o caos em tudo o que pensam e sentem em relação a elas mesmas e ao mundo que sempre as castigou. Até mesmo os ratos têm um limite.


Todos são livros bem comentados entre os leitores mais vorazes, então preparem seus bolsos, porque aposto que algum desses vai te fazer se render à leitura!

***

|Resultado do sorteio|


Finalmente está na hora de saber quem vai levar a bailarina para casa!!!

O sorteio teve mais de 5 mil entradas e esse é um resultado muito bom! Mas não vou ficar enrolando você não, Vamos logo ao vencedor:

Parabéns...

Elizabeth Machado


Você dará rodopios com essa bailarina! Parabéns!  \O/

***

E aí que livro mais te chamou a atenção desses que virão?

A minha obra


Este espaço (Cultura Viciante) vem criando vida há algum tempo dentro da minha cabeça.


Há muito sinto vontade de ter um lugar onde eu pudesse expressar sem limites a minha paixão pelos livros e cultura em geral. Mas nos últimos tempos esse projeto foi ganhando força principalmente porque ando passando por alguns obstáculos que gostaria muito de expor para vocês... Já explico

Eu escrevi um livro! \0/

Fabuloso isso não é mesmo?! Senti-me orgulhosa de mim mesma e de certa forma fazendo parte da grande minoria que tem cultura apurada nesse país. Eu costumava dizer que se eu terminasse a obra já estaria feliz – Só que não – Agora que cheguei aqui, quero mais!

Durante a fabricação do meu livro eu escutava muito as pessoas dizendo que meu verdadeiro trabalho estava para começar assim que eu terminasse de escrevê-lo. Sim, eu imaginava que seria muito difícil lançar um livro, mas talvez porque eu veja muito filme americano, eu estava errada quanto ao tipo de dificuldade que encontraria.


Nas séries, filmes e novelas americanas, os aspirantes a escritores encontram barreiras devido à qualidade da sua obra. Muitos não são aceitos pelas editoras, por não se encaixar com o padrão ou por não possuir a linguagem certa e por aí vai. Esse era meu maior medo, por isso escrevi com todo cuidado, prestei atenção em cada detalhe, não deixei pontas soltas, cenas inacabadas, eu reli minha obra umas mil vezes e quando estava perfeita mandei para várias pessoas que eu sabia que me diriam a verdade sobre a qualidade, não poderia ter falhas.

Fiz o que eu pude para que a qualidade da minha obra fosse a mais alta possível e mesmo morrendo de medo acabei enviando-a para várias editoras. Eu queria ser uma escritora - Queria não, eu quero e serei!

Qual foi o meu espanto quando depois de apenas cinco dias uma delas me enviou uma resposta positiva. Deus, eu teria meu livro publicado. Fiquei tão extasiada, tão contente que respondi imediatamente que queria ver a proposta para lançamento e aí começa a minha saga.


Nesse blog criarei a TAG = MINHA OBRA ( que ficará aqui ao lado direito sempre, junto com os assuntos principais) e contarei a vocês todos os problemas que tenho encontrado nesse caminho de publicação de livro. Um caminho que eu imaginei que veria, mas que não fosse o culpado pelo freio de um lançamento.

Ando cansada com essa corrida e decepcionada demais e só estou tentando há dois meses. Os problemas são sempre os mesmos e a desvalorização para com nós escritores é algo incrível.


Espero que me acompanhem nesse Diário de Lançamento da Minha Obra. Espero também que ela chegue ao seu final feliz.


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