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Kamaleon - Lançamento do meu segundo livro

Primeiro post de 2015 e é com uma alegria gigantesca que venho falar sobre mais um passo meu pelo mundo literário! Estou lançando meu segundo livro e dessa vez por uma Editora de qualidade: Cata-Vento que decidiu apostar na minha obra e publicá-la de forma convencional!

Kamaleon é o nome do meu livro e é uma fantasia, cheia de cores e seres mágicos, que vai encantar desde crianças até adultos. Olha a capa que linda:


O livro está na pré-venda lá no site da Editora (AQUI) e já dá para garantir seu exemplar. O lançamento está previsto para o dia 26/01 e pretendo fazer uma festa por aqui!

Aguardem mais novidades, mas por enquanto, fiquem com a sinopse da minha obra:


Kamaleon é um reino encantado onde vivem seres chamados Lampys. Toda energia destas criaturas vem das cores e por esse motivo, tudo em Kamaleon parece do avesso aos nossos olhos, mas significa a mais incrível harmonia para eles.

Lilly Prans, que acabou de atingir idade suficiente para se tornar uma Escolhida, trabalhará diretamente com os poderosos Conselheiros Cinza do reino, mas também vai viver a maior aventura de sua vida quando, seu mundo cruza com o de Devox um Lampy banido há várias gerações.

Ser responsável por colorir todo seu reino e ainda por cima entender quem é o temido Devox verdadeiramente é só o começo da era mais famosa da história de Kamaleon.

Espero que tenham gostado! Depois volto aqui e conto a história de como esse livro foi criado dentro da minha cabeça.



Eu fui! \O/


O post de hoje é muito especial para mim e está no 
BlogCultura Viciante! 

Clique AQUI e confira!



A saga da publicação


O livro que escrevi ficou pronto no começo de Dezembro. 


Depois de finalizada ainda o reli umas três vezes fazendo mudancinhas, arrumando frases e "podando arestas e pontas soltas", daí mandei para três pessoas de minha confiança para que me desse sua opinião verdadeira. 

A resposta foi positiva e bem rápida, apesar do livro ser grande a leitura dessas três pessoas não durou muito e isso me alegrou. Todos retornaram com a opinião de que era uma historia envolvente e que não dava para parar de ler. 

Para um escritor é isso que vale. Daí eu concluí que minha obra estava finalmente pronta. 

Em Janeiro comecei a saga de procurar editoras, então reuni uma lista com os 12 nomes mais conhecidos e os que eu realmente queria que lançasse meu livro e envie... 

Minha ideia era começar pelas maiores porque eu tinha certeza que seria negada milhões de vezes então quais dar uma "peneirada" entendem, mas não foi bem o que aconteceu. 

Claro que houve as editoras que nem me responderam, mas depois de uma semana - e juro que não estava nem esperando resposta ainda - eis que recebo a minha primeira resposta e bem da minha preferida! 


A LEITURA DO SEU LIVRO FOI CONCLUÍDA E ACEITA PELOS PADRÕES DE PUBLICAÇÃO DE NOSSA EDITORA 

Muita felicidade, eu pensei que minha luta seria rápida e que com certeza havia nascido para ser escritora. Já me imaginei nas prateleiras da Saraiva, nas páginas do Submarino e por aí vai! Até no Jô me vi entrando para entrevista (hahahaha), mas daí veio a proposta de publicação. 

Para preservar cada instituição irei aproximar os valores e não citarei nomes. 

Para a primeira tiragem, minha editora preferida aconselhou que fizéssemos 1500 exemplares à para tanto foi cobrado um valor de mais de 16 mil reais! 


O que?! Eu imaginei que seria caro, mas isso é absurdo! Mais de 16 mil só podia ser um erro, mas daí outras propostas começaram a aparecer e todas giravam em torno desse valor. Cheguei a receber orçamentos de mais de 20 mil por 1000 livros e percebi que tudo... TUDO era sobre dinheiro. 

Algumas editoras me fizeram duvidar que realmente tivessem lido minha obra. Aquela mesma obra que fiquei um ano todo escrevendo e que li três vezes e que chorei e sorri junto. O máximo que viam era o numero de páginas no total! 

Enfim, descobri que a qualidade não é tudo, pelo menos aqui no Brasil e sim o quanto você escreve. Tudo gira em torno do que você está disposto a pagar e não do que você está disposto a escrever isso vem me deprimindo muito. 

Por enquanto ainda mando emails para editoras, mas já não sinto o coração pular quando chega uma resposta! Será um mau sinal?!

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